O Headset da Depressão Flow é um dispositivo de última geração utilizado para o tratamento não invasivo da depressão através da estimulação transcraniana de corrente contínua (ETCC). Com um design ergonômico, apresenta uma combinação de cores em branco e preto e está posicionado sobre uma caixa azul elegante que sugere uma embalagem de alta qualidade. Este dispositivo é projetado para proporcionar uma experiência de uso confortável, com suportes ajustáveis e almofadas que garantem um ajuste personalizado para o usuário. A tecnologia ETCC é utilizada para modular a atividade neural visando aliviar os sintomas da depressão, oferecendo uma alternativa de tratamento segura e eficaz.

Tudo o que você precisa saber sobre o Headset da Depressão Flow

A depressão tem desafiado cientistas, médicos e pacientes na busca por tratamentos eficazes, seguros e livres dos efeitos colaterais muitas vezes associados às terapias convencionais. O Headset da Depressão Flow oferece uma abordagem baseada na estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC), uma técnica que, embora utilizada há anos em ambientes clínicos, agora se torna acessível para o uso domiciliar. 

 

Aprovado por instituições regulatórias como a Anvisa no Brasil e a CE na Europa, o Headset Flow é fruto de rigorosos processos de pesquisa e desenvolvimento. Sua tecnologia não invasiva, apoiada por ensaios clínicos, alivia os sintomas da depressão sem os efeitos colaterais associados a medicamentos.

 

Este artigo explora como essa tecnologia se apresenta como uma alternativa viável para o tratamento da depressão, oferecendo insights sobre sua segurança, eficácia e como os pacientes podem integrá-la às suas vidas.

 

Segurança e Eficácia do Tratamento

Em primeiro lugar, sempre que se fala em tratamentos contra a depressão, precisamos falar sobre a segurança dos tratamentos. O Headset da Depressão Flow tem forte respaldo científico, com mais de 20 ensaios clínicos validando sua utilização sem efeitos colaterais graves.

 

Além disso, o produto recebeu aprovações significativas:

 

  • Certificação CE e Anvisa: Estas certificações indicam que o dispositivo atende aos padrões regulatórios rigorosos para dispositivos médicos na Europa e no Brasil, respectivamente​​​​.
  • Projeto e fabricação: Desenvolvido na Suécia, o design do Headset Flow prioriza a segurança e o conforto do usuário, minimizando possíveis desconfortos durante o tratamento​​.

 

Já na parte de eficácia do tratamento, o Headset da Depressão Flow melhora comprovadamente os sintomas da depressão:

 

  • Melhorias notáveis: A maioria dos usuários nota uma melhoria significativa em sintomas-chave da depressão, incluindo humor, foco e sono, em um período curto de tempo após iniciar o uso do dispositivo​​.
  • Suporte científico: A técnica de ETCC, base para o funcionamento do Headset, é apoiada por evidências científicas que demonstram sua capacidade de reduzir os sintomas depressivos pela metade após seis semanas de tratamento. Uma pesquisa interna revelou que 81% dos usuários experimentaram uma redução na depressão após apenas três semanas​​.

 

Estas características destacam o compromisso do Headset da Depressão Flow com a segurança e eficácia, oferecendo uma opção de tratamento confiável para indivíduos buscando alívio dos sintomas da depressão. 

 

Uso Autônomo e com Acompanhamento Médico

A possibilidade de uso autônomo do Headset Flow no tratamento da depressão, permite que os pacientes recebam terapia de estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC) no conforto de suas casas. 

 

O design intuitivo do dispositivo, aliado à sua bateria de longa duração, oferece uma solução prática para o tratamento contínuo sem a necessidade frequente de recarga. 

 

Cada kit inclui Pads descartáveis para iniciar o tratamento, garantindo que os usuários possam começar sem preocupações adicionais sobre a aquisição imediata de acessórios​​.

 

O aplicativo Flow, uma peça central dessa abordagem de tratamento, serve como um guia passo a passo para a correta utilização do headset.  Ele instrui sobre como posicionar o dispositivo e os Pads, monitora o progresso do tratamento oferecendo feedback em tempo real. 

 

Além disso, o aspecto autônomo do uso do Headset Flow é complementado pela possibilidade de acompanhamento médico. Embora o dispositivo permita uma gestão independente do tratamento, a orientação profissional é recomendável, especialmente na fase inicial e para ajustes no protocolo de tratamento. 

 

O aplicativo facilita essa interação, permitindo que os dados do tratamento sejam compartilhados com profissionais de saúde, caso o usuário deseje. Assim, o tratamento combina a flexibilidade do uso doméstico com a segurança e a personalização que o acompanhamento médico proporciona​​.

 

Compatibilidade com Outros Tratamentos

A compatibilidade do Headset da Depressão Flow com outros tratamentos representa um aspecto fundamental da sua flexibilidade e aplicabilidade no cuidado da saúde mental. 

 

A possibilidade de usar o headset em conjunto com medicamentos antidepressivos amplia as opções de tratamento para pessoas com depressão, permitindo uma abordagem mais personalizada e integrada ao cuidado de sua saúde.

 

O uso do Headset da Depressão Flow junto a medicamentos antidepressivos não apresenta contraindicações conhecidas, o que significa que pacientes podem, sob orientação médica, combinar a estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC) com a farmacoterapia. 

 

Essa abordagem multidisciplinar pode ser particularmente útil para indivíduos que não respondem adequadamente aos medicamentos sozinhos ou que buscam minimizar seus efeitos colaterais.

 

A compatibilidade do headset com outros tratamentos amplia o espectro de cuidados disponíveis para a depressão, oferecendo uma alternativa ou complemento à medicação. Isso se alinha à crescente demanda por tratamentos personalizados e menos invasivos, que se adaptam às necessidades e preferências individuais dos pacientes.

 

Consulta Profissional

A importância de consultar um profissional de saúde antes de realizar qualquer alteração no tratamento atual não pode ser subestimada. 

 

A avaliação médica assegura que a combinação de tratamentos seja apropriada para o quadro clínico específico do paciente, levando em consideração fatores como a severidade dos sintomas, histórico médico e potenciais interações entre diferentes modalidades de tratamento.

 

Profissionais de saúde podem oferecer orientações valiosas sobre como integrar o uso do Headset da Depressão Flow ao regime de tratamento existente, garantindo que a adição deste novo método seja feita de maneira segura e eficaz. 

 

Além disso, o acompanhamento médico permite monitorar o progresso do tratamento e ajustar as estratégias conforme necessário para obter os melhores resultados possíveis.

 

Benefícios Comprovados e Feedback de Usuários

Usuários do Headset da Depressão Flow relatam uma série de melhorias que impactam diretamente na qualidade de vida, incluindo o aumento do humor, aprimoramento do foco e a melhoria na qualidade do sono. Essas mudanças positivas geralmente se manifestam em um período de 3 a 6 semanas de uso regular.

 

Isso se deve ao método de ação do dispositivo, que modula a atividade neural por meio de impulsos elétricos suaves, visando áreas específicas do cérebro associadas à regulação do humor e cognição.

 

Essas melhorias na função diária e bem-estar geral são essenciais para a recuperação de longo prazo de indivíduos que sofrem de depressão.

 

Em resumo, o Headset Flow emerge como uma opção de tratamento promissora para a depressão, oferecendo benefícios corroborados tanto por feedbacks de usuários quanto por estudos clínicos. Este tratamento representa uma abordagem menos invasiva e com menor risco de efeitos colaterais, abrindo caminho para uma nova era no manejo da depressão.

 

Como Começar o Tratamento

Para começar o tratamento com o Headset da Depressão Flow, siga um processo direto e intuitivo, projetado para facilitar o acesso ao tratamento inovador de depressão no conforto do seu lar. 

 

Aqui está um guia para começar:

 

  • Encomende o Headset Flow: Acesse o site oficial do produto ou lojas autorizadas para adquirir o seu headset. O processo de compra é simples, semelhante ao de outros produtos online.

 

  • Baixe o Aplicativo Gratuito: Após a compra, baixe o aplicativo Flow, disponível gratuitamente nas lojas de aplicativos. O aplicativo é uma parte crucial do tratamento, pois fornece orientações detalhadas sobre como usar o headset, além de acompanhar seu progresso.

 

  • Configure o Dispositivo: Quando receber o headset, siga as instruções claras fornecidas pelo aplicativo para configurá-lo corretamente. Essas instruções incluem como ajustar o headset na cabeça, como e onde posicionar os Pads, e como iniciar uma sessão de tratamento.

 

  • Inicie o Tratamento com Sessões Recomendadas: O aplicativo orientará você através das sessões de tratamento recomendadas. Estas sessões são projetadas com base em evidências científicas para proporcionar os melhores resultados. É importante seguir o protocolo de tratamento proposto para maximizar a eficácia do tratamento.

 

  • Siga o Protocolo de Tratamento para Resultados Eficazes: A aderência ao protocolo de tratamento é essencial para alcançar resultados significativos. Isso inclui manter a regularidade das sessões, seguir as orientações de uso do aplicativo e monitorar seu progresso ao longo do tempo.

 

Lembrando a importância de seguir rigorosamente o protocolo de tratamento, este guia facilita o início do seu caminho para uma melhor saúde mental. 

 

O tratamento com o Headset Flow representa um método promissor para aliviar os sintomas da depressão, proporcionando aos usuários uma opção de tratamento conveniente e inovadora em casa.

 

Um aliado no cuidado com a saúde mental.

O tratamento com o Headset da Depressão Flow destaca-se não apenas por sua base científica sólida e aprovações regulatórias, mas também pela forma como reimagina a abordagem à depressão – com um foco no empoderamento do paciente e na integração harmoniosa do tratamento na vida cotidiana. 

 

A capacidade de administrar a terapia de ETCC de forma independente, sem sacrificar a segurança ou a eficácia, se torna uma grande aliada no cuidado com a saúde mental.

 

Para encomendar o seu Headset da Depressão Flow, clique aqui!

Imagem dividida em duas metades ilustrando a diferença entre tristeza e depressão. À esquerda, uma pessoa com expressão triste em um fundo de cores frias, simbolizando a tristeza temporária. À direita, uma pessoa com expressão de angústia profunda em um fundo escuro, representando os sintomas de depressão

Como diferenciar a tristeza da depressão?

Tristeza e depressão são experiências distintas, não apenas diferentes intensidades do mesmo sentimento. A depressão é uma psicopatologia complexa, enquanto a tristeza é uma reação emocional normal aos acontecimentos da vida.

 

A compreensão das diferenças entre tristeza e depressão é fundamental para o diagnóstico correto e a intervenção adequada. 

 

Ao longo desse artigo, vamos discutir como distinguir a tristeza, uma emoção passageira, da depressão, um estado mais persistente e debilitante, visando um maior entendimento e sensibilização sobre a saúde mental.

 

Tristeza acaba, depressão se trata.

A duração é uma das principais diferenças para distinguir entre tristeza e depressão. 

 

A tristeza é uma emoção natural e temporária, geralmente desencadeada por um evento específico, como uma decepção, uma perda, ou uma situação estressante, por isso, a sensação da tristeza pode variar de algumas horas a alguns dias, e diminui geralmente com o tempo à medida que a pessoa processa o evento desencadeador e começa a se adaptar ou resolver a situação.

 

Em contraste, a depressão é um distúrbio de humor caracterizado por uma sensação constante de tristeza, desesperança ou perda de interesse que persiste por um período prolongado.

 

Adicionalmente, a depressão é um diagnóstico que deve ser realizado de maneira clínica, quando os sintomas devem estar presentes na maior parte do dia, quase todos os dias, por um período identificável

 

Em muitos casos, a depressão pode durar vários meses ou até anos se não tratada.

 

Flutuações na Intensidade 

A intensidade dos sintomas é uma importante diferença na distinção entre tristeza e depressão.

 

Um pouquinho triste

Intensidade Moderada: A tristeza é uma emoção humana normal e geralmente apresenta uma intensidade que corresponde ao estímulo ou evento desencadeador. 

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Não Compromete Totalmente o Funcionamento Diário: Enquanto a tristeza pode afetar temporariamente o humor e a energia, ela geralmente não impede a pessoa de realizar suas atividades diárias.

 

Com Depressão

Intensidade Severa e Abrangente: Na depressão, a intensidade da tristeza, desesperança e perda de interesse é tipicamente muito mais severa. Esses sentimentos são profundamente arraigados e persistem independentemente das circunstâncias externas.

 

Afeta Significativamente o Funcionamento Diário: A depressão impacta gravemente o funcionamento diário. Pode levar a problemas significativos no trabalho, na escola, nas relações sociais e em outras áreas importantes da vida. 

 

Fatores desencadeantes

A “causa” ou os fatores desencadeantes são elementos fundamentais na distinção entre tristeza e depressão. 

 

A tristeza geralmente é uma resposta direta a um evento específico ou situação desencadeadora, em que diversos tipos de perda podem ativar a sensação de tristeza. É uma reação emocional natural e esperada.

 

Em conjunto, a intensidade e a duração da tristeza costumam estar relacionadas à natureza do evento desencadeante e, normalmente, a tristeza diminui à medida que a pessoa se adapta ou resolve a situação que a causou.

 

Já na depressão, as causas são multifatoriais, que pode ser desencadeada por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos. Embora eventos estressantes da vida possam precipitar a depressão, muitas vezes não há uma única causa identificável.

 

Na depressão, os sentimentos de tristeza, desesperança e perda de interesse na depressão podem ser desproporcionais ao que seria esperado dado o contexto da vida da pessoa. 

 

Em muitos casos, esses sentimentos podem parecer desconectados de qualquer evento específico ou podem persistir mesmo quando as circunstâncias externas são positivas.

 

O correto diagnóstico da depressão pode salvar vidas

Precisamos destacar que a depressão é uma condição médica séria que pode se desenvolver independentemente das circunstâncias da vida de uma pessoa. 

 

Depressão não é simplesmente uma “tristeza profunda” e pode não ter uma “causa” clara. 

 

Além disso, a depressão pode incluir uma gama de outros sintomas psicológicos e físicos, como alterações no apetite ou no sono, fadiga, problemas de concentração, sentimentos de inutilidade ou culpa, e pensamentos de morte ou suicídio.

 

A avaliação de um profissional de saúde mental é essencial para o diagnóstico correto e o tratamento adequado da depressão.

Tratamentos inovadores e alternativos são importantes

Como tratamento alternativo para a depressão, o uso do Headset Flow, é uma abordagem inovadora frente aos desafios dos métodos tradicionais. 

 

Este dispositivo utiliza a estimulação transcraniana por corrente contínua para ativar especificamente o córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo (DLPFC), região que está associada à regulação do comportamento, e sua estimulação pode ajudar a reequilibrar as funções neurais desreguladas na depressão. 

 

O método se destaca por ser uma forma de neuromodulação não invasiva, oferecendo uma alternativa promissora para aqueles que não respondem bem aos antidepressivos ou sofrem com seus efeitos colaterais.  

 

Esta abordagem representa um avanço significativo no tratamento da depressão, ampliando as opções disponíveis para os pacientes.

Quer saber mais sobre o Headset da depressão Flow? Fale conosco por aqui.

Suicídio e Depressão: Qual é a ligação?

Suicídio e depressão: qual é a ligação?

A depressão, transtorno caracterizado por picos de desesperança e descontentamento contínuo, com oscilações quanto às diferentes manifestações em cada organismo, se configura como uma condição que, gradativamente, vem sofrendo um crescimento exponencial no número de casos , seja em razão de aspectos individuais, movidos por traumas e acontecimentos desagradáveis, ou, ainda, fatores externos que influenciam o reconhecimento e agravamento dos casos.

É importante ressaltar também que a falta de energia e outros sintomas desencadeados pela depressão, quando identificados, simbolizam um processo intenso e desgastante para o paciente acometido, que podem representar variações de acordo com as causas da condição e outros aspectos. Além disso, se não identificada e tratada, o agravamento dos sintomas podem levar o paciente a pensamentos desestimulantes e de desistência em meio ao processo, acarretando consequências mais graves, como o suicídio.

Foi por essa razão que, ao longo deste texto, nós trouxemos uma reflexão pautada na relação existente entre a depressão e os seus desdobramentos, compreendendo as diferentes facetas da doença, os seus estímulos e os sentimentos diversos despertados em meio a esse contexto, bem como as suas consequências.

Saúde mental é questão de saúde pública

Segundo estudos divulgados e a análise de dados, a depressão representa uma questão delicada e influente para a saúde pública, representando uma das principais causas de incapacidade para a saúde e caracterizada enquanto um conjunto de transtornos manifestados das mais diferentes formas, compondo o quadro referido.

Embasada por essa discussão, existem algumas variações responsáveis pelos números, como a relação atrelada a contextos menos favorecidos, como a pobreza, violência, baixa escolaridade e fatores subsequentes, que, quando juntos, evidenciam uma conjuntura clara de desigualdade econômica e vulnerabilidade social.

Outro ponto que merece destaque é a disparidade dos casos de depressão entre homens e mulheres. São claros, portanto, os maiores índices de depressão em pessoas do sexo feminino, refletindo questões socioculturais e remontadas por experiências diversas e outras atribuições psicológicas associadas a uma maior vulnerabilidade e a eventos traumáticos que atingem, sobretudo, as mulheres.

Menores índices educacionais também são responsáveis por maiores taxas de incidência da doença quando comparadas a classes econômicas mais favorecidas. Outros estudos revelam, além disso, que as principais explicações para a pobreza ser determinante nos dados ocorrem em razão de condições sociais evidentes, como o desemprego, baixa qualidade de moradia e até mesmo alimentação inadequada.

Outra explicação possível para o agravamento dos sintomas é a falta de acesso e informação a respeito da condição, não reconhecida e negligenciada por muitos e sendo notada, em muitos casos, somente em estados difíceis de serem abandonados.

Sendo assim, fica clara a relação direta entre a depressão e diferentes aspectos englobados pela vulnerabilidade social, combinação que pode render consequências irreparáveis a longo prazo, como veremos a seguir.

Sintomas da depressão são silenciosos!

Muitas vezes, quando os sintomas da depressão não recebem a devida atenção e são acumulativos frente a outros transtornos semelhantes, existe uma percepção tardia e, consequentemente, pouco esperançosa a respeito da condição, acarretando motivações claras ligadas ao suicídio.

Dado o contexto, entenda maiores detalhes sobre os sintomas e possíveis ideações suicidas com a leitura deste texto, que se centra nos principais sinais da depressão, evidenciados por picos intensos de falta de energia, pensamentos desestimulantes, além de evidências de uma baixa autoestima. Na persistência desses sintomas, procure um médico para receber um diagnóstico especializado e a indicação de um tratamento e acompanhamento adequado.

Além disso, também é importante desmistificar o processo de reconhecimento e tratamento da doença, que deve receber a devida atenção logo quando os primeiros sinais forem notados, a fim de evitar maiores questões futuras, como traumas que se prolongam quando atrelados a outros transtornos.

O que pode ajudar a diminuir os pensamentos suicidas e depressivos?

Muitas vezes, a depressão leva ao pensamento suicida, criando um ciclo que parece inquebrável. Porém, de qualquer forma, existem algumas maneiras de ajudar a diminuir esse tipo de sintoma, como alternativas simples que já não dependem mais do uso de medicamentos, por exemplo.

Ter uma rotina, comer bem e fazer exercícios regularmente não fazem bem só ao corpo físico, mas também ao mental. Com a combinação dos três, é possível diminuir os sintomas depressivos e melhorar a qualidade de vida, mesmo durante o tratamento do quadro.

Você pode ler mais sobre esses três tópicos aqui:

Outra alternativa é o aplicativo Flow, que pode te ajudar nesses primeiros passos. Ele é desenvolvido baseado na Teoria Cognitiva-Comportamental (TCC) e te guiará nas mudanças de hábitos que reduzem os sintomas depressivos e os pensamentos suicidas.

Claro, nem sempre só essas mudanças são suficientes, mas elas já são um caminho para facilitar a efetividade do tratamento! Por isso, sempre procure um médico especialista.

Além dessas pequenas mudanças, o apoio é fundamental. É sempre importante contar com a família, amigos e profissionais da saúde nesse momento.

Tratar a depressão é uma forma de reduzir as taxas de suicídio e isso deve ser levado a sério, sempre considerando um tratamento adequado para cada caso.

Se gostou desse conteúdo e quiser saber mais sobre depressão e ainda conhecer mais sobre um tratamento a base de neuromodulação, não deixe de conferir o nosso blog.

Depressão e sono

Qual é a relação entre depressão e sono?

As estratégias mais eficientes de sono para melhorar a depressão.

A maioria das pessoas depressivas lutam com o sono e pessoas não depressivas que têm privações de sono logo vão começar apresentar sintomas depressivos. Este artigo busca explicar a complexa relação entre depressão e sono e procura mostrar como usar essa relação como vantagem. Fazendo algumas modificações no estilo de vida em casa, você pode melhorar sua qualidade de sono e diminuir sintomas depressivos no processo.

A ligação entre depressão e sono

Existe uma importante conexão entre depressão e sono, a qual tem interessado pesquisadores por décadas. De acordo com uma pesquisa realizada no Departamento de Psicologia da Universidade do Texas do Norte, pessoas que sofrem com insônia tinham 10 vezes mais chances de se tornarem depressivas do que pessoas que não apresentavam problemas para dormir.

Portanto, um sono ruim aumenta o risco de depressão. Pessoas saudáveis que são privadas de sono logo começaram a experienciar sintomas depressivos, como:

  • Dificuldade de concentração;
  • Desânimo;
  • Sentimento de vazio;
  • Mudança de apetite;
  • Falta de energia.

O que é mais interessante nessa conexão entre depressão e sono é que o relacionamento é de duas vias. Não só um sono ruim aumenta as chances de depressão, como a depressão leva ao sono ruim (você deve ter notado que algumas pessoas com depressão dormem demais e algumas não dormem o suficiente). A notícia boa é que podemos usar essa relação a nosso favor quando lidamos com a depressão. Como a depressão e o sono se afetam diretamente, a mudança de um também muda o outro. Por exemplo, dormir melhor pode melhorar seus sintomas depressivos e tratar a sua depressão irá melhorar a qualidade do seu sono.

A próxima parte vai falar sobre a insônia, como tratá-la e onde procurar ajuda. Depois, esse artigo irá te dizer como melhorar sua qualidade de sono em casa.

Depressão e insônia

– Quando os problemas para dormir se tornam um transtorno?

Como dito anteriormente, pessoas com problemas de sono apresentam um maior risco de se tornarem depressivas comparadas com as pessoas que não sofrem o mesmo problema. Insônia é o nome de um transtorno do sono no qual há falta de qualidade no sono e é comum pessoas depressivas experienciar essa condição.

Pessoas com insônia têm severas e longas dificuldades em cair no sono e permanecer dormindo. Aqui tem uma lista de sintomas típicos de insônia (se você estiver passando por uma depressão, provavelmente você irá reconhecer alguns deles):

  • Dificuldade de começar a dormir;
  • Dificuldade de permanecer dormindo;
  • Acordando muitas vezes durante a noite;
  • Sonolência diurna;
  • Irritabilidade;
  • Baixa concentração.

Este vídeo do TED-Ed irá te contar mais sobre as causas da insônia e o que você pode fazer para melhorar a qualidade do seu sono: Mostrar vídeo. Detalhe: o vídeo está em inglês, mas você pode acionar as legendas em português para acompanhar. Basta clicar no botão “subtitles” que aparece no canto inferior do vídeo e ativar o sistema de legendas.

Como tratar insônia e depressão

– Existe a cura número 1?
Devido a relação entre sono e depressão, algumas vezes, mudanças simples no estilo de vida são suficientes para melhorar a qualidade de sono e diminuir os sintomas depressivos (as próximas duas seções falará mais sobre isso). Em casos mais severos, a ajuda profissional poderá ser absolutamente necessária.

TCC para insônia. Um tipo de tratamento psicológico conhecido como TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) é recomendado pela Fundação Nacional do Sono como um tratamento para a insônia. Além disso, o Dr. Matthew Walker, professor de neurociência e psicologia da Universidade da Califórnia recomenda a TCCI (terapia cognitivo-comportamental para insônia) como o tratamento número um para insônia. O tratamento inclui visitas regulares ao médico, avaliação do sono, diário do sono e outras ferramentas para te ajudar a mudar a forma como você dorme.

Aplicativos para Depressão baseado na terapia comportamental. Se você quer fazer mudanças imediatamente, ou seja, mudar seus hábitos de sono para diminuir os sintomas depressivos, o aplicativo da Flow 100% gratuito irá te ajudar a começar. Nele inclui um módulo completo do sono no qual um terapeuta virtual te guia durante o processo e inclusive pede tarefas de casa para te ajudar a se manter no caminho certo. Baixe agora.

Higiene do sono. Em conjunto com o tratamento psicológico, existem outras coisas que você pode fazer para aproveitar a relação entre depressão e sono e mudar seus hábitos de sono e diminuir os sintomas depressivos. A próxima seção irá focar na simples mudança de estilo de vida para melhorar a qualidade do seu sono.

Como melhorar a depressão e o sono em casa

– Para de esforçar muito

Você já esteve na cama a noite achando impossível de pegar no sono? Vendo que você está lendo esse artigo, provavelmente sim. O complicado de adormecer é que você nunca terá sucesso enquanto estiver tentando. Frustrante, não? Os melhores dorminhocos no mundo são aqueles que nunca pensam sobre o sono. Para eles, dormir é algo que simplesmente acontece. Por quê? Bom, pegar no sono é um processo involuntário e qualquer tentativa de controlá-lo irá fazer com que seja mais difícil.

Quando colocamos esforço em algo, qualquer coisa que seja, nós estamos dizendo ao nosso cérebro para ficar mais alerta – o exato oposto do que precisamos para dormir. Então, o primeiro passo para um sono melhor é parar de se esforçar. Aqui estão algumas dicas para você começar:

1. Saia da cama

Se você estiver na sua cama que não seja para dormir ou fazer sexo – levante! Quando você fica na cama, virando e virando e fazendo um esforço para dormir, o cérebro irá associar a cama com um estado de vigília. Portanto, seu cérebro pode automaticamente ficar ligado toda vez que você se aproximar da cama porque pensa que a cama é um espaço para atividade e luta. A solução é sair da cama se você não tiver adormecido depois de 20 minutos e fazer alguma coisa que te relaxe até você pegar no sono novamente. Evite olhar para as telas, elas não são relaxantes (veremos mais sobre isso depois). Ao invés, leia um livro, dobre as roupas, medite, faça carinho no seu animalzinho ou tente um exercício de relaxamento. Só retorne para a cama se você se sentir sonolento. Além disso, só use sua cama para dormir. Não use para qualquer outra atividade durante o dia, como comer, estudar, ver televisão etc. Se você fizer, o cérebro pode começar a associar seu espaço de descanso num espaço de vigília.

Não tente silenciar seus pensamentos

Você já desejou por um botão dentro da sua cabeça que desligaria todos seus pensamentos? A maioria das pessoas que lutam com a depressão e o sono provavelmente já desejaram isso. A coisa frustrante dos pensamentos preocupantes, a lista de afazeres, as especulações existenciais antes da hora de dormir, é que, ao tentarmos apagá-los, eles normalmente voltam com mais força. Este exercício de 1 minuto demonstra a impossibilidade de apagar pensamentos negativos antes de dormir. Assista ao vídeo clicando aqui. Detalhe: o vídeo está em inglês, mas você pode acionar as legendas em português para acompanhar. Basta clicar no botão “legendas/legendas ocultas” que aparece no canto inferior do vídeo e ativar o sistema de legendas.

Se nós não conseguimos apagar os pensamentos perturbadores, o que deveríamos fazer então? Todo meditador experiente sabe o segredo para acalmar sua mente: identifique seu pensamento e deixe-os passar. Isso, é claro, requer prática. Então, da próxima vez que seus pensamentos te deixarem acordado à noite, saia da cama e faça esse exercício de meditação como os disponibilizados aqui. Assista ao vídeo clicando aqui. Detalhe: o vídeo está em inglês, mas você pode acionar as legendas em português para acompanhar. Basta clicar no botão “legendas/legendas ocultas” que aparece no canto inferior do vídeo e ativar o sistema de legendas.

Você achará este e muitos outros exercícios de meditação no aplicativo depressão gratuito da Neurociência Flow, o qual inclui um tratamento completo para depressão em casa.

7 estratégias para melhorar seu sono e os sintomas da depressão

– Melhore suas chances de uma boa noite de sono
Aprendemos até aqui que não conseguimos decidir quando cair no sono e a preocupação em cima disso só faz com que piore. O que podemos fazer? Bastante coisa, na verdade. É verdade que nós não podemos controlar exatamente quanto nós dormimos, mas nós conseguimos melhorar as chances de pegar no sono com as seguintes ferramentas de sono (as estratégias são úteis, não importa se você dorme muito ou pouco):

1. Comece a se preparar 90 minutos antes da sua hora de dormir

Se certifique que seu cérebro está confortável e relaxado, talvez leia um livro (nada muito emocionante), medite, tome um banho, ouça uma música relaxante ou faça outra atividade relaxante por 90 minutos antes de você ir para a cama. Um cérebro alerta que acabou de ser exposto a estimulações interessantes, por exemplo sua série favorita, precisa de mais tempo para começar a pegar no sono do que um cérebro relaxado. Por isso, se certifique que seu cérebro não seja exposto a informações novas e alarmantes tarde da noite.

Uma dica: coloque um alarme para a hora que você quiser começar a se preparar para dormir para não esquecer de desligar suas telas, evitar de ler notícias, mutar seu telefone etc. Se você quiser, você pode tentar começar a se preparar com este exercício de 5 minutos de meditação da Flow. Assista ao vídeo clicando aqui. Detalhe: o vídeo está em inglês, mas você pode acionar as legendas em português para acompanhar. Basta clicar no botão “legendas/legendas ocultas” que aparece no canto inferior do vídeo e ativar o sistema de legendas.

Essa prática de meditação é uma das existentes no programa de tratamento de depressão em casa da Flow. O aplicativo de depressão inclui um módulo de meditação de atenção plena 100% gratuito para download.

2. Tenha um horário fixo para acordar

Uma coisa em relação ao sono que podemos realmente controlar é quando acordar. Criar uma rotina de sono regular é a mais poderosa ferramenta de todas. Então, acorde na mesma hora todo dia, mesmo no final de semana. Mesmo que seja desafiador, seu corpo com o tempo se ajustará a uma rotina de sono regular, fazendo o esforço valer a pena. Uma dica: coloque seu despertador do outro lado do seu quarto, o mais distante que puder da sua cama.

3. Dê a você a “oportunidade” de 8 horas de sono toda noite

É verdade que nós não podemos controlar quando pegamos no sono, mas nós podemos priorizar o nosso sono, ao menos dando a oportunidade ao nosso corpo a oportunidade de 8 horas de sono. A maioria das pessoas precisam de 7-9 horas de sono toda noite para permanecer saudável. Tente desligar a TV e ir para cama 8 horas antes da hora que você precisa acordar.

4. Durma em um quarto escuro

A escuridão é um gatilho para a liberação da melatonina, hormônio do sono, no corpo. A melatonina notifica o corpo que é hora de dormir e ajuda a adormecer mais rápido. É por isso que é melhor dormir enquanto está escuro, desligue as luzes da casa e use cortinas blackout ou uma máscara de dormir.

5. Evite luz de LED

Pesquisadores, como Dr. Matthew Walker, professor de Neurociência e Psicologia da Universidade da Califórnia, nos ensina que os humanos são especialmente sensíveis às luzes de LED de comprimento de onda azul usadas nas telas. Ler um IPad antes de dormir atrasa a liberação de melatonina por aproximadamente 3 horas, fazendo com que seja mais difícil de pegar no sono. Também, ela afeta a qualidade do sono. Pessoas que liam em iPads antes de dormir se sentiam significativamente menos descansadas no dia seguinte, comparado com aquelas que liam um livro. A lição aqui é óbvia: evitar as telas 90 minutos antes de ir para cama.

6. Deixe a temperatura do seu quarto em aproximadamente 18 graus

Em um experimento, explicado no livro Por que nós dormimos, pesquisadores descobriram que uma temperatura por volta de 18,3 graus no quarto ajudaria pessoas com insônia a adormecer 25% mais rápido que o normal.

A razão para isso é que os humanos são preparados para dormir durante a noite e antes dos modernos ar condicionados, costumava esfriar mais durante essas horas. Então uma queda de temperatura vai ajudar a liberação do hormônio do sono, a melatonina, que notifica o corpo para dormir.

7. Tome um banho quente antes da hora de dormir

Tomar um banho quente antes de dormir pode realmente melhorar a qualidade do sono. Um banho de banheira ou de chuveiro quente pode ser relaxante, mas essa não é a razão principal para a eficácia dessa estratégia.

Tomar um banho diminui a temperatura do corpo e, como mencionado acima, uma queda de temperatura irá desencadear a liberação do hormônio do sono melatonina. Quando você sai de uma ducha ou de um banho quente, o sangue corre para a superfície da pele, saindo assim do centro do seu corpo. Assim, as mãos, o rosto e os pés irradiarão o calor enquanto o seu núcleo fica agradável e frio. Em conclusão, esta é uma excelente maneira de passar o tempo relaxando antes de dormir.

Como vimos até agora, a relação entre sono e depressão é complexa e uma via de mão dupla. Tratar sua depressão irá melhorar sua qualidade de sono e dormir melhor irá diminuir seus sintomas depressivos. Um número de tratamento e estratégias irá te ajudar a usar essa relação em sua vantagem, incluindo a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o aplicativo de depressão da Flow, se preparar 90 minutos antes da hora de dormir, fixar um horário para acordar e ter um quarto fresco e escuro.

Obrigada pela atenção e bons sonhos!

Este artigo foi traduzido, para ver a versão original clique aqui.

Estresse e depressão: como se recuperar?

Como se recuperar do estresse e da depressão

Você já esteve realmente estressado por muito tempo? Talvez até tenha desmaiado de fadiga? E você já teve alguma experiência de depressão? Nesse caso, você provavelmente já sabe que o estresse crônico e a depressão clínica compartilham muitas características, por exemplo, sentir-se estranhamente cansado ou exausto quase todos os dias. Mas ao mesmo tempo, existem diferenças importantes entre estresse e depressão, explicando o porquê uma pessoa estressada nem sempre se beneficia do tratamento para depressão e por que uma pessoa deprimida não melhora por ficar em casa descansando.

O que você está fazendo agora é dar um grande passo para descobrir o que precisa para se sentir melhor. Obter algumas percepções aprofundadas sobre como o estresse e a depressão funcionam é um marco importante no caminho para a recuperação.

Estresse e depressão – uma relação de mão dupla

Estresse e depressão afetam um ao outro de maneira complexa. Eventos estressantes na vida, como perdas, conflitos, problemas de saúde, perda de controle e grandes mudanças, podem desencadear a depressão. E estar deprimido pode tornar sua vida diária extremamente estressante e tornar mais difícil lidar com o próprio estresse.

Você já notou que a depressão afeta sua capacidade de se concentrar em soluções, ter ideias criativas e enfrentar situações desconhecidas? Sim, a depressão definitivamente torna a vida mais estressante.

Portanto, se você está passando por uma depressão, corre um risco maior de desenvolver estresse crônico. E se você está sofrendo de estresse crônico, tem maior risco de desenvolver depressão. Esta é uma informação importante por muitos motivos. Aqui estão dois deles:

  • Isso o lembra de não colocar muita pressão em seu cérebro deprimido. Certifique-se de se concentrar em atividades significativas e relaxantes ao lidar com a depressão. Dê uma folga! A depressão afeta o funcionamento do cérebro e você não pode esperar que seu cérebro deprimido realize as mesmas coisas que seu cérebro não deprimido.
  • Isso o lembra de como é importante praticar a autocompaixão ao lidar com o estresse crônico. Dê uma folga! Você tem estado sobrecarregado e sobrecarregado por muitos meses ou mesmo anos, então é hora de se dar um pouco de amor. Tente não se culpar, duvidar de si mesmo, se sentir culpado ou envergonhado por sua condição. Eu sei que isso é pedir muito, mas pense nisso. Você é valioso e precisa de um descanso sem culpa!

Quer saber mais sobre os sintomas exatos do estresse crônico e depressão e como eles funcionam? A próxima seção fornecerá as informações que você precisa.

A diferença entre estresse e depressão

Enquanto a depressão é caracterizada por desânimo o tempo todo e perda do interesse em atividades que costumavam ser significativas ou agradáveis, o estresse crônico é caracterizado por um cérebro “sobrecarregado” e extrema fadiga.

Estas listas mostram as semelhanças e diferenças entre o estresse crônico e a depressão:

Sintomas de estresse crônico

  • Cansaço crônico ou sonolência.
  • Perturbação do sono (muito ou pouco).
  • Energia marcadamente reduzida: iniciativa reduzida, falta de resistência, precisa de mais tempo para se recuperar após esforços mentais.
  • Memória prejudicada.
  • Capacidade nitidamente reduzida para tolerar demandas ou trabalhar sob pressão de tempo.
  • Instabilidade ou irritabilidade emocional.
  • Fraqueza física ou fadiga.
  • Sintomas físicos: dores musculares, dores no peito, palpitações, problemas gastrointestinais, vertigens ou aumento da sensibilidade a sons.

Sintomas de depressão

  • Falta de energia: sensação de cansaço quase todos os dias.
  • Perturbação do sono (muito ou pouco).
  • Perda de interesse e prazer: redução acentuada do interesse/prazer em todas (ou quase todas) as atividades na maior parte do dia.
  • Dificuldade em se concentrar e/ou tomar decisões.
  • Humor deprimido: sensação de tristeza na maior parte do dia, quase todos os dias.
  • Apetite ou peso alterados (comer mais ou menos do que o normal).
  • Mover-se mais devagar do que o normal ou fazer movimentos sem sentido devido à ansiedade (por exemplo, torcer as mãos).
  • Sentir-se excessivamente culpado e/ou inútil.
  • Ter pensamentos repetidos sobre a morte, pensamentos suicidas ou, às vezes, desejar estar morto.

Então, por que é importante separar o estresse crônico da depressão? Bem, embora o estresse crônico e a depressão possam parecer semelhantes na superfície, saber a razão por trás de seus sintomas pode ter implicações importantes para o tratamento.

Como se recuperar do estresse crônico?

Não podemos presumir que uma pessoa que sofre de estresse crônico e uma pessoa que sofre de depressão se beneficiarão do mesmo tratamento. Embora uma pessoa deprimida geralmente se beneficie de atividades, como exercícios cardiovasculares e socialização, uma pessoa que sofre de estresse crônico pode precisar exatamente do oposto.

Imagine uma mãe solteira que foi deixada recentemente por seu parceiro. Ela está trabalhando em dois empregos para sustentar seus filhos. Quando não está cuidando das crianças, ela cuida de seus pais doentes, uma situação bastante estressante. Ela raramente tem tempo para descansar e isso está afetando seu sono. Agora imagine que essa situação continue por um longo tempo até que seu corpo diga “chega” e ela desmaia fisicamente de fadiga. O que ela provavelmente precisa mais do que qualquer coisa é licença médica e muito, muito descanso.

Não há atalhos para a recuperação quando uma pessoa passou por uma grande quantidade de estresse por um longo período de tempo. Essa mulher experimentou seu colapso como um evento repentino, como se “tivesse batido na parede”. Inicialmente, seu tratamento deve se concentrar em ajudá-la a entender o que aconteceu com ela e o que seu corpo precisa para se recuperar (provavelmente mais descanso do que ela poderia imaginar). Mais tarde, o tratamento deve se concentrar em encontrar um equilíbrio natural entre repouso e atividade e ajudá-la a estabelecer limites claros.

É comum que pessoas com estresse crônico tenham baixa autoestima, pensando que não têm valor se não tiverem um desempenho ou superação. Isso é outra coisa a ser abordada na terapia. Felizmente, ela pode encontrar pessoas importantes em sua vida para pedir ajuda nas tarefas diárias.

Sinais de alerta

Prestar muita atenção aos sinais de alerta do seu corpo o ajudará a prevenir o estresse crônico. Além disso, aprenda a reconhecer as três fases do estresse crônico:

  1. A primeira fase pode ser caracterizada por ter muito o que fazer, muitas demandas e pouco tempo para descansar. Nesta fase, você pode experimentar sintomas físicos e mentais, como dores de cabeça, esquecimento e problemas de sono, mas ainda pode administrar sua vida diária com relacionamentos e tarefas domésticas. A maioria das pessoas nesta fase percebe que seus sintomas são causados ​​por estresse excessivo e tenta mudar seu estilo de vida ou procura por ajuda profissional. Do contrário, correm o risco de entrar na próxima fase.
  2. Se a primeira fase durar mais de 6 meses, você corre o risco de entrar na fase dois. Esta é a fase aguda em que você “bate na parede”. Isso pode ser experimentado como se o corpo simplesmente parasse de funcionar. Pode ser difícil sair da cama e se tornar impossível pensar com clareza ou concentrar-se em tarefas simples. Essa fase pode durar algumas semanas. Claro, isso é muito assustador e pode produzir sentimentos de desespero e ansiedade. Muitos interpretam erroneamente esses sintomas como uma depressão severa.
  3. A terceira fase é a fase de recuperação. Você lentamente se levanta, embora ainda esteja extremamente cansado. Esta fase é caracterizada por ser sensível ao estresse e ter dificuldade de concentração e memória. É importante não voltar ao trabalho muito rápido ou se expor a situações muito estressantes durante esta fase. A recuperação pode levar vários meses e você pode ficar sensível ao estresse por muitos anos. Outro conselho: quando você estiver forte o suficiente para voltar ao trabalho, comece aos poucos. Apenas estar em um ambiente de trabalho será desafiador para o seu cérebro.

Como se recuperar da depressão?

Então, vamos dar uma olhada no tratamento da depressão. O que uma pessoa deprimida precisa para se recuperar?

Normalmente, fazemos coisas agradáveis ​​quando temos vontade, por exemplo, tomar um café com um amigo. Mas quando se está deprimido, essa sensação de prazer desaparece. Talvez você não ache mais um encontro para um café tão prazeroso. Naturalmente, você pode parar de se encontrar com amigos ou de fazer outras coisas significativas porque nada parece realmente deixá-lo feliz. Quando isso acontece, você começa a perder experiências positivas, piorando as coisas. E este é um ciclo vicioso comum de depressão.

Uma das técnicas psicológicas mais populares para a depressão é chamada de ativação comportamental. Ajuda você a se envolver em atividades importantes. Mesmo que você não sinta vontade de fazer nada e não goste das coisas que geralmente lhe trazem prazer, fazer as coisas de qualquer maneira vai realmente tirar você da depressão. Inicialmente, não é super importante se você gosta ou não. Fazer coisas é o que mais importa! As sensações de prazer e alegria aumentarão com o tempo.

Dê uma olhada neste vídeo, que mostra o ciclo da depressão e como revertê-lo. Basta clicar aqui para ter acesso ao conteúdo. Lembrando que o vídeo está em inglês mas você pode acionar as legendas em português para acompanhar o conteúdo. Basta clicar no botão “legendas/legendas ocultas” que aparece no canto inferior do vídeo e ativar o sistema de legendas.

Maneiras de tratar a depressão

Felizmente, existem muitas maneiras de tratar a depressão:

  • O vídeo mencionado acima é parte de um programa de tratamento para depressão baseado em aplicativo. É desenvolvido por psicólogos, inclui mais de 50 sessões de terapia virtual e ensina tudo sobre ativação comportamental para depressão. Dentro do aplicativo, você encontrará seu terapeuta virtual, o Flow, que o guiará durante o tratamento, oferecerá tarefas de casa e acompanhará seus sintomas conforme você progride. Eu mencionei que é 100% gratuito? Você pode baixá-lo clicando aqui.
  • Outra opção é a medicação antidepressiva, que você pode discutir com seu médico. Apenas certifique-se de estar bem informado sobre os efeitos colaterais e sintomas de abstinência antes de tentar qualquer tipo de medicamento.
  • Uma terceira opção é a ETCC, que é uma forma de estimulação cerebral suave e medicamente aprovada que você pode usar em casa para tratar a depressão (mas lembre-se que é necessário indicação do seu médico). Não confunda com eletroconvulsoterapia ou ECT, que só pode ser usada em hospitais. A ETCC é muito mais suave. Neste caso, o tratamento é administrado por meio de um headset bluetooth e basicamente não apresenta efeitos colaterais.
Como funciona a neuromodulação?

Você coloca o headset e sinais elétricos suaves são enviados para o córtex pré-frontal dorsolateral (DLPFC) – uma parte do cérebro importante para a regulação do humor. Pessoas deprimidas têm uma atividade reduzida no DLPFC e a estimulação cerebral ajuda as células cerebrais a se tornarem mais facilmente ativadas. Quando seu DLPFC volta ao normal, seus sintomas depressivos diminuem.

A Medsíntese entregará o headset na sua casa. O dispositivo é controlado pelo aplicativo Flow para garantir que seu tratamento seja seguro e siga o protocolo recomendado para depressão.

Quer mais dicas sobre como tratar a depressão? Estes artigos podem fornecer o que você precisa:

5 tratamentos para depressão sem medicação

4 remédios caseiros para ansiedade e depressão

Portanto, o tratamento da depressão e o tratamento do estresse crônico podem diferir bastante. Mas e se você estiver lidando com as duas condições?

Lidando com o estresse e a depressão

E se você sofre de estresse e depressão? Nesse caso, você e seu médico precisam resolver ambos os problemas e decidir que tipo de tratamento irá melhor beneficiá-lo. Se você passar pela primeira fase de estresse crônico, pode estar cansado demais para fazer qualquer coisa além de descansar, mas se estiver na terceira fase, as sessões regulares de terapia podem ser exatamente o que você precisa.

Talvez você e seu médico decidam, ainda, combinar tratamentos. Você poderia, por exemplo, usar antidepressivos ou a ETCC enquanto se engaja em uma terapia de fala focada em encontrar um equilíbrio entre atividade e repouso. Além disso, há muitas coisas que você pode fazer em casa para lidar com o estresse e a depressão.

Peça por ajuda

É difícil, eu sei. Pedir ajuda ao passar pela depressão ou lidar com o estresse crônico é um desafio. Um dos motivos pode ser que você está tão acostumado a administrar tudo sozinho que pedir ajuda faz você se sentir um fracasso. Mas você não está sozinho! Compartilhar seus fardos com seus amigos e familiares e buscar a ajuda de um profissional é extremamente benéfico ao lidar com o estresse crônico e a depressão. Na verdade, não falar sobre experiências estressantes aumenta o risco de depressão.

Meditar

A prática regular da meditação da atenção plena pode ajudá-lo a controlar emoções fortes e pensamentos negativos. Outro benefício da meditação mindfulness é que ela ensina como detectar os primeiros sinais de estresse ou os primeiros sintomas de depressão. É por isso que a meditação regular evita que as pessoas voltem à depressão pela segunda vez. Não sabe por onde começar? Não se preocupe. Existe um aplicativo para isso. O aplicativo Flow inclui um módulo de meditação completo com muita prática para iniciantes.

Você encontra exercícios em vídeo, que estão incluídos no programa e são úteis para lidar com o estresse e a depressão. Basta clicar aqui ou aqui. Lembrando que os vídeos estão em inglês mas você pode acionar as legendas em português para acompanhar os conteúdos. Basta clicar no botão “legendas/legendas ocultas” que aparece no canto inferior do vídeo e ativar o sistema de legendas.

Você quer saber mais sobre como começar sua própria prática de mindfulness em casa? Estes artigos darão a você o que você precisa:

Como usar a atenção plena para a depressão em 5 etapas simples – guia rápido para o tratamento da atenção plena sem medicação e as 3 principais meditações para iniciantes para a depressão.

Procure o sentido da vida

Você pode pensar no estresse crônico como uma grave falta de descanso. A vida provavelmente girou em torno de afazeres domésticos, tarefas, coisas a fazer e a fazer por muitos meses ou mesmo anos que levaram a esse ponto. A maioria das pessoas com estresse crônico relatam que raramente passam tempo fazendo as coisas apenas por prazer. Da mesma forma, as pessoas com depressão têm dificuldade em aproveitar a vida e perdem o interesse por coisas que dão sentido à vida.

Encontrar coisas significativas, relaxantes e sem esforço para fazer (você sabe, as coisas que fazem a vida brilhar) pode ajudá-lo a se recuperar do estresse crônico e da depressão.

A Terapia de Compromisso de Aceitação (TCA) é provavelmente o tratamento número 1 quando se trata de encontrar o sentido da vida. A TCA pode ser descrita basicamente em duas etapas:

  1. Identifique o que é importante para você.
  2. Dê passos concretos nessa direção.

A parte do compromisso da TAC refere-se à ideia de que podemos alcançar a saúde mental ao nos comprometermos com ações que sejam consistentes com nossos valores. Então, deixe-me perguntar:

  1. O que fez você sentir felicidade e prazer antes de ficar deprimido ou cronicamente estressado?
  2. Quais são as coisas mais importantes da vida? (Família, amigos, pintura, escrita, natureza, trabalho, política, futebol etc.)
  3. Se você morasse em uma ilha paradisíaca com muita comida e água e absolutamente nada para fazer, como passaria seu tempo?

Responder a essas perguntas o ajudará a encontrar seus valores e talvez algumas atividades antidepressivas que podem lhe trazer prazer e significado.

Outra maneira de explorar as coisas mais significativas em sua vida é fazer um exercício de áudio inspirado na TAC. Ajuda você a refletir sobre que tipo de vida deseja viver. Basta clicar aqui.

Além disso, todas essas ferramentas estão incluídas no programa de terapia gratuito da Flow com mais de 50 sessões de terapia virtual.

Dormir

Ter problemas para adormecer ou permanecer dormindo é um dos primeiros sinais de estresse crônico. Também é um sintoma comum de depressão. Felizmente, melhorar a qualidade do sono é uma das maneiras mais eficazes de se recuperar do estresse e reduzir os sintomas de depressão. Há muitas coisas que você pode fazer em casa para melhorar seus hábitos de sono. Pequenas mudanças podem ter um grande impacto em sua terapia durante a noite.

Se você está procurando um guia rápido sobre como melhorar a qualidade do sono por conta própria, leia este artigo: Tudo o que você precisa saber sobre depressão e sono – as estratégias de sono mais eficazes para melhorar a depressão.

Para concluir

O estresse crônico e a depressão clínica compartilham várias características, por exemplo, fadiga incomum e dificuldades de concentração. No entanto, existem diferenças entre essas condições que podem ter implicações importantes para o tratamento.

Enquanto a depressão é caracterizada por desânimo o tempo todo e perda de interesse nas atividades, o estresse crônico é caracterizado por um cérebro “sobrecarregado” e extrema fadiga. Na fase aguda do estresse crônico, você pode estar cansado demais para fazer qualquer coisa além de descansar e é importante entender o que aconteceu com seu corpo. No caso da depressão clínica, a ativação comportamental é uma das formas mais populares de recuperação.

Pedir ajuda, meditar regularmente, buscar o sentido da vida e melhorar a qualidade do sono o ajudará a lidar com o estresse crônico e a depressão.

Este artigo foi traduzido, para ver a versão original clique aqui.

Depressão com remédios naturais

4 remédios caseiros para depressão e ansiedade

Depressão e ansiedade podem parecer opostas uma da outra. Os transtornos de ansiedade nos deixam ansiosos em situações em que outras pessoas não se sentiriam ameaçadas. O medo cria excitação e prontidão para a ação. Em contrapartida, a depressão está associada a baixa energia, fadiga e sensação de desesperança.

Por mais estranho que possa parecer, os mesmos “remédios” podem ser usados ​​para tratar a depressão e a ansiedade. Este artigo tem como objetivo explicar o porquê disso. Além disso, ele apresentará quatro tratamentos bastante pesquisados. Todos são gratuitos e podem ser usados ​​em casa.

Vamos começar entendendo a conexão entre depressão e ansiedade. (Se você já sabe mais sobre essas condições do que Piglet e Eeyore combinados, fique à vontade para pular para ” Remédios caseiros para depressão e ansiedade” abaixo.)

O que é depressão e ansiedade?

É verdade que depressão e ansiedade são diferentes, mas também têm muito em comum. Uma pessoa deprimida pode sentir forte ansiedade por dentro, enquanto parece calma ou mesmo lenta por fora. Cerca de 50-70% das pessoas com depressão também sofrem de transtorno de ansiedade. Portanto, depressão e ansiedade são mais semelhantes do que parecem. Por exemplo, ambas as condições incluem:

  • Pensamentos negativos e intrusivos;
  • Inquietação e irritabilidade;
  • Fadiga;
  • Problemas para dormir;
  • Dificuldades de concentração.

Temos muito mais a aprender sobre as causas básicas da depressão e da ansiedade, mas está claro que ambas as condições têm um componente genético. Isso significa que parentes de uma pessoa deprimida ou com um transtorno de ansiedade têm maior risco de desenvolver esses transtornos. Abusos ou traumas na infância aumentam o risco de ambas as condições, mas todos podem desenvolver depressão e ansiedade, incluindo pessoas com infâncias felizes. Eventos estressantes, como perdas, conflitos e grandes mudanças na vida, nos tornam mais vulneráveis ​​a ambas as condições.

Como os transtornos de depressão e ansiedade têm muito em comum, às vezes podemos usar os mesmos tratamentos para combatê-los. Mas antes de nos aprofundarmos nos quatro remédios caseiros, vamos examinar mais de perto quais são os mecanismos que mantêm a depressão e a ansiedade. Afinal, é mais fácil gerenciar algo quando você sabe como funciona.

Como funciona a ansiedade?

Quando confrontados com uma ameaça, devemos sentir medo ou ansiedade. O medo ajuda o corpo a lidar com uma situação perigosa. A respiração aumenta para fornecer mais oxigênio, o coração bate mais rápido para fornecer aos músculos maiores sangue rico em oxigênio, e as glândulas sudoríparas tornam-se mais ativas para resfriar o corpo durante uma possível luta ou fuga.

Portanto, a ansiedade é uma parte importante da vida e o medo é uma reação normal à ameaça. Você não quer viver sua vida sem medo. Você correria riscos desnecessários e se colocaria em situações perigosas. A ansiedade só se torna um problema quando surge em situações que não são perigosas ou quando a reação de medo em seu corpo é muito dramática em relação ao que está acontecendo.

Os exemplos a seguir podem explicar a diferença entre o medo útil e o medo inútil.

  • 1. Imagine um pai e uma filha de 3 anos parados na beira da estrada. O pai vê um ônibus vindo em sua direção e seu cérebro imediatamente produz a imagem da filha entrando na rua em frente ao ônibus. Ele sente medo e fica pronto para a ação. Ele pega o braço de sua filha, apesar de seus protestos, e a segura perto enquanto o ônibus passa.
  • 2. Agora, imagine um cenário diferente: um pai é frequentemente torturado com pensamentos intrusivos sobre sua filha de 8 anos sendo ferida na rua. Esses pensamentos surgem do nada várias vezes ao dia e o deixam muito nervoso. Ele nunca deixa sua filha brincar do lado de fora e a leva para todo lugar em seu carro.

Como você já percebeu, o primeiro cenário é um exemplo de medo trabalhando a nosso favor. O segundo cenário é um exemplo de medo inútil, no qual o pai provavelmente sofre de um transtorno de ansiedade.

O medo útil geralmente funciona assim:

  • 1. Fato desencadeador: vê um ônibus indo em direção à filha.
  • 2. Ameaça percebida: acha que o ônibus pode acertar a filha.
  • 3. Ansiedade.
  • 4. Enfrentamento bem-sucedido: segura a mão da filha até o ônibus passar.
  • 5. Alívio.

O medo inútil que vem com um transtorno de ansiedade funciona assim:

  • 1. Fato desencadeador: imagina a filha brincando na beira da estrada.
  • 2. Ameaça percebida: pensa em todas as catástrofes que podem acontecer com ela.
  • 3. Ansiedade exagerada.
  • 4. Enfrentamento inútil: decide nunca deixar a filha brincar fora.
  • 5. A estratégia realmente não resolve a situação: ainda acredita que os cenários catastróficos são prováveis. Conclui: “A única razão pela qual minha filha está segura é porque ela não pode brincar fora de casa.”.
  • 6. A ansiedade permanece: a crença errônea nunca é questionada. Os pensamentos catastróficos continuam aparecendo e o medo piora gradualmente.
Resumindo…

Um transtorno de ansiedade pode ser explicado como tendo medos irracionais que interferem na vida diária. Mas é importante entender que o medo é real e brutal. E os sintomas físicos que aparecem em seu corpo são reais. O problema é que o medo aparece nos momentos errados, em situações em que não ajuda.

Normalmente, um transtorno de ansiedade nos faz evitar coisas que não são perigosas. E evitar situações seguras é o que mantém a ansiedade. Assim:

“X” desencadeia ansiedade→ Você evita “X”→ Sente alívio→ Seu cérebro conclui “a única razão pela qual estou calmo é porque evitei ‘X’”→ Seu cérebro e seu corpo continuam acreditando que “X” é perigoso→ A ansiedade continua aparecendo sempre que X está presente.

Assim, evitar coisas seguras, mas assustadoras, geralmente mantém os problemas com a ansiedade. Fazer coisas seguras que inicialmente desencadeiam seus medos pode reduzir sua ansiedade a longo prazo. Apenas certifique-se de se expor em pequenos passos, de preferência junto com um psicólogo.

Até agora, falamos como a ansiedade funciona em geral, mas existem muitos tipos diferentes de transtornos de ansiedade, todos com seus próprios critérios específicos. Leia mais sobre transtornos de ansiedade específicos no a href=https://www.nhs.uk/common-health-questions/lifestyle/do-i-have-an-anxiety-disorder/>site do NHS. Agora, vamos dar uma olhada em como a depressão funciona.

Como funciona a depressão?

Ficar deprimido é mais do que sentir-se triste por um curto período de tempo. As pessoas costumam dizer coisas como “Estou me sentindo tão deprimido” ou “isso é deprimente”, mas a verdade é que a depressão é um transtorno bem definido, incluindo nove sintomas:

  • 1. Humor deprimido: Sensação de desânimo na maior parte do dia, quase todos os dias.
  • 2. Perda de interesse e prazer: Redução acentuada do interesse/prazer em todas (ou quase todas) as atividades na maior parte do dia.
  • 3. Apetite ou peso alterados (comer mais ou menos do que o normal).
  • 4. Perturbação do sono (muito ou pouco).
  • 5. Mover-se mais devagar do que o normal ou fazer movimentos sem sentido devido à ansiedade (por exemplo, torcer as mãos).
  • 6. Falta de energia: Sensação de cansaço quase todos os dias.
  • 7. Sentir-se excessivamente culpado e / ou inútil.
  • 8. Tendo dificuldade em se concentrar e / ou tomar decisões.
  • 9. Ter pensamentos repetidos sobre a morte, pensamentos suicidas ou, às vezes, desejar estar morto.

Se você experimentou pelo menos 5 desses sintomas por pelo menos 2 semanas, poderá ser diagnosticado com depressão.

Diferença entre os quadros

A maior diferença entre depressão e tristeza regular é que os sintomas depressivos não desaparecem como você estava esperando. Se sente desanimado o tempo todo, tem pouca energia e dificuldade para aproveitar as coisas de que costuma gostar, essas experiências podem deixá-lo preso em um ciclo vicioso. Por não ter vontade de fazer nada, você pára de fazer as coisas que normalmente fazem você se sentir melhor. Então, você começa a perder experiências positivas, o que faz você se sentir ainda pior. E o ciclo continua girando.

É assim que a depressão funciona. Nunca se trata de preguiça ou falta de ambição, é depressão. Felizmente, você pode reverter esse ciclo vicioso depois de entendê-lo. Dê uma olhada em um vídeo de 3,5 minutos sobre o ciclo da depressão. Basta clicar aqui.

Lembrando que o vídeo está em inglês mas você pode acionar as legendas em português para acompanhar o conteúdo. Basta clicar no botão “legendas/legendas ocultas” que aparece no canto inferior do vídeo e ativar o sistema de legendas.

O ciclo da depressão nos ensina que fazer coisas importantes, mesmo que você não tenha vontade de fazer nada, pode tirá-lo da depressão. Leia mais sobre como lidar com a depressão encontrando o sentido da vida. Agora que você sabe mais sobre como a depressão e a ansiedade funcionam, vamos descobrir o que você pode fazer em casa para reduzir os sintomas.

Remédios caseiros para depressão e ansiedade

Como mencionado acima, tanto a depressão quanto a ansiedade incluem pensamentos negativos intrusivos, inquietação e irritabilidade, fadiga, problemas de sono e dificuldades de concentração. Como eles têm muito em comum, existem métodos que podem ajudá-lo a enfrentar as duas condições ao mesmo tempo. Algumas rotinas diárias estão especialmente relacionadas com depressão e ansiedade, e algumas mudanças no estilo de vida podem reduzir significativamente seus sintomas. Aqui estão eles:

1. Exercício para depressão e ansiedade

O exercício regular é um tratamento eficaz e bem pesquisado para a depressão e a ansiedade. É também a única estratégia antidepressiva que tem efeito imediato sobre os sintomas. Uma caminhada suada, aumenta o humor e a concentração imediatamente, enquanto os medicamentos antidepressivos geralmente precisam de várias semanas para fazer efeito.

Este vídeo de 3 minutos explica os benefícios do exercício. Seu foco principal são os sintomas depressivos, mas você obterá os mesmos benefícios, embora a ansiedade seja o seu principal problema. Dê uma olhada clicando bem aqui.

Então, quanto exercício é suficiente para tratar a depressão e a ansiedade? Alguns minutos de alongamento resolverão o problema ou você precisa de aulas diárias de spin para se recuperar? Bem, a resposta está em algum lugar no meio. É importante suar, mas não ficar completamente exausto.

A caminhada regular é também uma excelente estratégia para o tratamento de sintomas de depressão e ansiedade. Se você é novo nos exercícios, comece com caminhadas de 10 minutos a cada dois dias e acrescente alguns minutos a cada vez que sair. O objetivo é fazer 30-40 minutos de exercícios 3-4 vezes por semana.

2. Meditação de atenção plena para depressão e ansiedade

A meditação mindfulness pode se tornar uma de suas ferramentas mais valiosas para controlar a depressão e a ansiedade. Você pode pensar na meditação da atenção plena como uma forma de conhecer sua mente e corpo por dentro.

Uma prática regular de meditação ensina como identificar os primeiros sinais de depressão e como impedi-los de entrar em um episódio depressivo. Além disso, a meditação regular o ajudará a controlar emoções fortes, o que é mais do que valioso quando se lida com depressão e ansiedade. Dê uma olhada em um vídeo de 4 minutos, explicando a meditação da atenção plena e seus benefícios: clique aqui.

Lembrando que o vídeo acima está em inglês mas você pode acionar as legendas em português para acompanhar o conteúdo. Basta clicar no botão “legendas/legendas ocultas” que aparece no canto inferior do vídeo e ativar o sistema de legendas.

Como você deve ter notado, tanto a depressão quanto a ansiedade vêm com pensamentos negativos intrusivos que simplesmente não se calam. A melhor coisa sobre a meditação da atenção plena (na minha opinião pessoal) é que ela ensina como perceber pensamentos críticos ou amedrontadores sem se deixar levar por eles e sem agir de acordo com eles. É como a diferença entre olhar a chuva através de uma janela e ficar encharcado do lado de fora.

Você gostaria de experimentar agora mesmo? Clicando aqui está um breve exercício de meditação da atenção plena que o ajuda a gerenciar pensamentos negativos de uma nova maneira.

Lembre-se de que a meditação da atenção plena nem sempre é confortável ou calmante, especialmente no início. E esse não é o ponto. O objetivo é prestar atenção ao que quer que aconteça aqui e agora, sem julgar.

3. “Coma no caminho” para sair da depressão e ansiedade

A comida pode ser antidepressiva? É possível se livrar da depressão e da ansiedade? Alimentos crus são a melhor escolha para o seu cérebro ou devem ser ensopados com toneladas de açafrão?

Ultimamente, pesquisadores em todo o mundo têm demonstrado um interesse crescente por essas questões e descoberto como os alimentos podem nos ajudar a nos tornarmos mentalmente saudáveis.

O estudo SMILES foi conduzido na La Trobe University em Melbourne em 2017. A equipe de pesquisa permitiu que um grupo de pessoas deprimidas fizesse uma dieta mediterrânea por 12 semanas. E outro grupo de pessoas deprimidas comeu normalmente e recebeu apoio social por 12 semanas. Os pesquisadores descobriram que um terço do grupo mediterrâneo se recuperou completamente da depressão, apenas mudando seus hábitos alimentares. O outro grupo não sentiu diferença.

Portanto, se você estiver interessado em comer para se livrar da depressão e da ansiedade, a dieta mediterrânea tradicional é provavelmente a maneira mais fácil e saborosa de chegar lá. Tem importantes qualidades antidepressivas e também demonstrou reduzir a ansiedade.

Você gostaria de obter a receita?

Bem, aqui está:

  • Legumes e folhas verdes (150 gramas a cada refeição)
  • Nozes sem sal (2 colheres de sopa por dia)
  • Legumes (3-4 porções por semana)
  • Frutas (2-3 peças por dia)
  • Peixe gordo ou ovas de peixe (2-3 vezes por semana)
  • Frutas vermelhas (1 porção por dia)
  • Iogurte puro, sem açúcar ou kefir (100-200 ml por dia)
  • Azeite virgem prensado a frio (2 colheres de sopa por dia)
  • Água! (8 copos por dia)
  • Grão integral (1-2 porções por dia)

A razão por trás do efeito antidepressivo de certos alimentos tem a ver com a inflamação. Há uma conexão clara entre a inflamação crônica no corpo e problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade. Uma dieta rica em vegetais, frutas, frutas vermelhas, legumes, ervas, grãos inteiros, sementes e azeite é anti inflamatória e, portanto, protege contra a depressão e a ansiedade. Outros alimentos aumentam a inflamação no corpo, como:

  • Carne processada;
  • Açúcar;
  • Aditivos químicos.

Se você quiser saber exatamente o que comer e o que evitar para reduzir a depressão e a ansiedade, consulte um guia de dieta e depressão de fácil digestão.

4. Durma para sair da depressão e da ansiedade

Como você deve ter notado, tanto a depressão quanto a ansiedade vêm com problemas de sono. Dormir mal dificulta a concentração e o controle de emoções fortes, ou seja, o sono ruim intensifica os sintomas de depressão e ansiedade. Felizmente, o oposto também é verdadeiro. Uma melhor qualidade do sono reduzirá a depressão e a ansiedade.

Você reconhece esta área do cérebro?

depressão e córtex pré-frontal (PFC)

É chamado de córtex pré-frontal (PFC). O PFC tem muitas funções e uma delas é atuar como seu “freio” emocional para que você não fique muito sobrecarregado pelas emoções.

Esta área do cérebro é chamada de amígdala:

amígdala e depressão

A amígdala é mais como um “pedal acelerador” emocional que ativa emoções muito fortes, como o medo.

É muito mais difícil para o PFC travar emoções avassaladoras depois de uma noite de sono ruim. O sono insuficiente torna o PFC menos ativo enquanto a amígdala fica mais ocupada. É fácil imaginar como isso pode se transformar em um ciclo negativo. Felizmente, melhorar a qualidade do sono pode mudar tudo isso. Dormir melhor pode se tornar sua terapia durante a noite, tornando mais fácil se concentrar e lidar com os sentimentos negativos.

Estratégias para você começar:
  • Tenha um horário fixo para acordar: Criar uma rotina regular de sono é a ferramenta de sono mais poderosa de todas. Acorde na mesma hora todos os dias, mesmo nos fins de semana.
  • Comece a relaxar 90 minutos antes de dormir: certifique-se de que seu cérebro está bem e relaxado, talvez leia um livro (talvez não um suspense), medite, tome um banho, ouça música relaxante ou faça outras atividades calmantes por 90 minutos antes de ir para a cama.
  • Dê a si mesmo 8 horas de ‘oportunidade’ de sono todas as noites.
  • Durma em um quarto escuro e fresco: a escuridão e o frio (cerca de 18 graus) desencadeiam a liberação do hormônio do sono melatonina no corpo. A melatonina sinaliza para o corpo que é hora de dormir e ajuda você a adormecer mais rápido.

Você pode tentar algumas das estratégias de sono acima para ajudá-lo a controlar a depressão e a ansiedade. Além disso, provavelmente é útil ficar atento aos vilões do sono mais comuns que destroem a qualidade do sono. Dê uma olhada em um vídeo de 3 minutos: clicando aqui.

Leia mais sobre como melhorar a qualidade do sono em Tudo o que você precisa saber sobre depressão e sono – as estratégias de sono mais eficazes para melhorar a depressão.

Terapia virtual gratuita para depressão e ansiedade

Você gostaria de começar imediatamente, mas não sabe por onde começar? Não se preocupe. Existe um aplicativo para isso.

O aplicativo de terapia virtual Flow inclui mais de 50 sessões de terapia, desenvolvidas por psicólogos licenciados. É focado em melhorar seu sono, rotina de exercícios, dieta e prática de meditação para reduzir os sintomas depressivos em casa.

O aplicativo é projetado especificamente para tratar a depressão, mas as técnicas funcionam bem com a ansiedade também. Seu terapeuta virtual, Flow, irá guiá-lo através do programa de tratamento, ajudá-lo a agendar as próximas sessões, dar-lhe tarefas de casa e monitorar seus sintomas durante o tratamento. Soa interessante? Não há realmente nada a perder – o programa de tratamento é totalmente gratuito. Você pode baixá-lo aqui.

Para concluir

Depressão e ansiedade podem parecer opostas uma da outra, mas também têm muito em comum. As mesmas mudanças no estilo de vida podem reduzir significativamente os sintomas de ambas as condições. Quatro dos remédios caseiros mais bem pesquisados ​​são:

  • Exercício regular;
  • Prática regular de meditação da atenção plena;
  • Comer uma dieta mediterrânea;
  • Melhorando a qualidade do sono.

E lembrando que este artigo foi traduzido, para ver a versão original clique aqui.

Tratar depressão com ETCC

As vantagens da ETCC para tratar depressão

A Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (ETCC) pode ser utilizada para tratar depressão em casos em que o uso contínuo de medicamentos não é possível. Ou ainda quando o próprio paciente seja resistente aos tratamentos mais convencionais. E com o uso do dispositivo Flow, as vantagens são diversas.

O uso da ETCC para tratar depressão

Com todos os avanços da medicina, as técnicas de tratamento também foram se modernizando. Inclusive, já é possível tratar depressão sem fazer o uso de medicação controlada. Isso significa que existem outras possibilidades de tratamento que são eficazes, além de também contarem com a aprovação de especialistas da área.

Falaremos hoje, em especial, da Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (ETCC). Ela, há algum tempo, vem sendo objeto de diversas pesquisas. E se mostra como uma saída vantajosa quando o assunto é tratar depressão. Ademais, você também poderá se deparar com o termo neuromodulação em outras pesquisas que fizer sobre o assunto. Ele é um sinônimo para estimulação cerebral.

Mas para que você entenda um pouco mais sobre o universo da estimulação elétrica, a seguir mostraremos 4 benefícios que tratar depressão por meio do uso de dispositivos ETCC podem trazer. Tanto para o dia a dia quanto para a sua qualidade de vida.

Diferenciais que a ETCC pode oferecer

A mudança de métodos de tratamento precisa levar em conta uma série de questões: eficácia, efeitos colaterais, tempo médio para resultados. Com isso, tanto médico quanto paciente precisam entender a jornada e continuar o acompanhamento do quadro.

As técnicas para tratar depressão variam segundo os princípios do próprio tratamento. A medicação possui muitos prós, mas também alguns contras. E o melhor caminho é pesquisar por outras saídas que sejam eficazes e não invasivas, como a neuromodulação cerebral.

Acompanhe a seguir alguns dos benefícios que a ETCC pode trazer:

1. Resultados visíveis em semanas

Sempre que pensamos em qualquer tipo de tratamento, uma das preocupações é o tempo. Afinal, em quanto dias ou semanas será possível notar melhoras nos sintomas?

Claro que os dados são muito particulares, já que cada organismo vai reagir de uma determinada forma. Um estudo mostra que 41% das pessoas percebem uma melhora de 50% dos sintomas a partir da sexta semana de tratamento. Para acesso a mais informações, acesse aqui.

2. Efeitos colaterais irrelevantes

É sabido que os efeitos colaterais podem diminuir a qualidade de vida de quem está começando a tratar depressão. Falta de apetite, excesso de sono, queda da libido… tudo isso diminui consideravelmente a perspectiva de uma vida mais alegre.

Com a Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua, esses reflexos não são um problema. Grande parte das pessoas não sente nenhum reflexo do tratamento. Outros mencionam um leve formigamento onde o eletrodo é colocado, que desaparece em até uma hora depois do término da sessão. Comparado aos efeitos colaterais proporcionados por outros métodos, esses parecem mesmo irrelevantes.

3. Sessões ajustadas ao quadro

As sessões de ETCC são propostas segundo o estágio do tratamento. No início, é comum que os pacientes necessitem de maior frequência, realizando até 5 sessões por semana. Com isso teremos uma melhora considerável dos sintomas.

Mas tratar depressão é uma jornada. E cada estágio do tratamento necessita de mudanças, inclusive na recorrência dos estímulos. E esse processo todo é acompanhado, levando em consideração a melhora ou estagnação do quadro.

4. Estímulo focado

Para tratar depressão, a estimulação transcraniana por corrente contínua envia impulsos elétricos a uma região do cérebro localizada na parte frontal, chamada de córtex pré-frontal dorsolateral (DLPFC). Que desempenha um papel importante no controle da depressão. E com os estímulos, aumenta-se a atividade cerebral nesta região, diminuindo alguns dos sintomas depressivos, como alterações no apetite, distúrbios do sono e baixos níveis de energia.

Além disso, a tecnologia garante que os sinais elétricos sejam bem sutis.. Logo, não precisará se preocupar com o “choque”, uma vez que a sensação é similar à de leves cócegas na testa.

Com a ETCC é possível tratar depressão em casa?

Sim, é possível fazer o uso da técnica no conforto da sua casa. Isso graças ao Flow, um Headset de estimulação que pode ser manipulado pelo próprio paciente por meio de um aplicativo. Com ele, ter acesso às sessões de eletroestimulação pode ser realidade.

Abaixo você encontra um pequeno guia para o tratamento ETCC da Flow:

  • 1. Encomende o Headset Flow na loja online;
  • 2. Baixe bem aqui o aplicativo gratuito;
  • 3. Em alguns dias, seu Headset será entregue. Quando ele chegar, desempacote seu aparelho e inicie o aplicativo;
  • 4. O aplicativo mostrará como colocar o Headset e como iniciar a estimulação. Basta seguir as instruções;
  • 5. Você receberá cinco sessões de estimulação de 30 minutos por semana, durante as primeiras três semanas. Depois disso, haverá uma ou duas sessões por semana de acordo com a orientação do seu médico;
  • 6. A maioria das pessoas sente uma redução dos sintomas depressivos após 3-4 semanas.

E para mais informações sobre esta área, acesse o nosso blog. Com a técnica de ETCC da Flow você poderá tratar depressão e aliviar os sintomas de maneira simples, eficaz e menos invasiva.

tratamento para depressão sem medicação

5 tratamentos para depressão sem medicação

É possível curar a depressão sem antidepressivos? Há uma resposta simples para essa pergunta: sim, é possível. A maioria das pessoas não sabe que pode tratar a depressão em casa, sem medicamentos. O fato é que você não precisa de pílulas para reduzir os sintomas depressivos ou mesmo para se recuperar da depressão. Fazendo algumas mudanças no estilo de vida, em casa, seus sintomas podem diminuir significativamente ou desaparecer completamente. Este texto apresenta cinco tratamentos para a depressão diferentes e nenhum deles inclui medicamentos antidepressivos.

Então, quais são os cinco tratamentos para a depressão?

Bem, semelhante ao motor de um carro, o corpo humano precisa de algumas condições básicas para se manter de bom humor. De acordo com pesquisas de saúde, existem pelo menos cinco maneiras diferentes de tratar a depressão em casa, sem medicação, fazendo mudanças no estilo de vida. Felizmente, quatro das cinco maneiras são totalmente gratuitas. Aqui estão elas:

1. Dieta como tratamento da depressão

Você não pode dirigir um carro sem combustível adequado e uma dieta pobre provavelmente contribuirá para os sintomas depressivos. Talvez, bastante. Nosso primeiro tratamento para depressão sem medicamentos é sobre mudar sua dieta.

Em 2017, Esther Vermeulen (candidata ao doutorado em epidemiologia nutricional na Universidade de Amsterdã) e seus colegas descobriram que pessoas que comem muita carne vermelha, açúcares adicionados, laticínios com alto teor de gordura, frituras e molhos cremosos, apresentam mais sintomas depressivos e humores deprimidos do que outros. E 4.969 pessoas participaram do estudo HELIUS. Isso significa que açúcar e gordura equivalem a mau humor. E também que uma refeição em nosso restaurante de fast food mais próximo não é tão barata e conveniente quanto parece. Acabamos pagando por isso com nossa saúde mental.

Isso mesmo que você entendeu. É uma boa ideia evitar o excesso de gordura e açúcar quando estiver deprimido. Mas quais alimentos atuam como um tratamento para a depressão?

O que comer para tratar a depressão

A melhor maneira de começar a tratar os sintomas depressivos é adicionar vegetais (especialmente folhas verdes), frutas (roxas e vermelhas), nozes (incluindo amêndoas) e sementes à sua dieta. Na verdade, isso diminuirá a depressão, porque um corpo bem nutrido é melhor para lidar com o estresse, se recuperando de doenças e de eventos difíceis da vida.

Especialista líder mundial em dieta e saúde mental, a professora Felice N Jacka, do Departamento de Psiquiatria da Universidade Deakin, estudou os efeitos da dieta mediterrânea tradicional sobre a depressão. A dieta antidepressiva inclui: grãos inteiros, peixes, vegetais, frutas, nozes, sementes e, claro, o incomparável azeite de oliva prensado a frio.

A professora Jacka e seus colegas conduziram o estudo SMILES em 2017. Ele mostrou que 30% dos participantes deprimidos se recuperaram da depressão apenas mudando seus hábitos alimentares. Isso significa que você também pode.

Se você quiser saber exatamente o que e quanto comer e o que evitar para reduzir os sintomas depressivos, confira o aplicativo de terapia gratuito da Flow Neuroscience: baixe gratuitamente aqui. É um programa de tratamento completo para a depressão, incluindo fatos, exercícios e ferramentas úteis sobre como tratar a depressão através de uma dieta antidepressiva.

Ou leia mais sobre como sua dieta pode ajudá-lo a se recuperar da depressão neste artigo: Um guia de fácil compreensão sobre dieta e depressão.

Agora, vamos prosseguir para o nosso próximo tratamento de depressão sem medicação.

2. Exercício físico como tratamento para depressão

Ao escrever sobre os diferentes tratamentos contra a depressão sem medicamentos, pareceria quase um crime não mencionar os exercícios físicos regulares. O exercício regular é tão eficaz quanto a medicação antidepressiva ou psicoterapia no tratamento da depressão. Em 2016, o professor F. Schuch, da Universidade Federal de Santa Maria, no Brasil, concluiu que a atividade física é um tratamento para a depressão baseado em evidências. Pense nisso! Poucas pessoas deixariam seu precioso carro ficar parado na entrada da garagem e enferrujar. Da mesma forma, seu corpo precisa de movimento para se manter de bom humor.

Quanto exercício é suficiente para tratar os sintomas depressivos?

É suficiente fazer alongamento ou você precisa de aulas diárias de spinning para se recuperar da depressão? A resposta está em algum lugar no meio disso. Caminhar regularmente é uma excelente estratégia para tratar os sintomas depressivos sem medicação. E a Dra. Wendy Suzuki, Professora de Ciências Neurais e Psicologia da Universidade de Nova York, nos dá a receita exata:

30-40 minutos de exercícios 3-4 vezes por semana é o suficiente para sair da depressão.

Você não precisa de mais do que isso, mas é importante suar muito. Se você é novo nos exercícios, pode sentir alguns efeitos colaterais: vermelhidão da pele, coração acelerado e respiração pesada. Mas não se preocupe. Isso não é algum tipo de alergia, é apenas uma saudação do seu sistema nervoso sináptico.

Muitas pessoas resistem aos exercícios, especialmente quando passam por depressão. Tente começar pequeno se você for um iniciante. Ou seja, faça uma caminhada de 10 minutos em vez de uma corrida de 30 minutos e acrescente alguns minutos toda vez que sair.

Por que os exercícios funcionam no tratamento da depressão?

Como uma caminhada simples pode ser tão benéfica para o cérebro e ao mesmo tempo tão eficaz quanto uma medicação no tratamento de sintomas depressivos? Os neurocientistas Dra. Julia C. Basso e Dra. Wendy Suzuki explicam os efeitos do exercício no humor, cognição e neurofisiologia em sua revisão científica de 2017.

Quando você se exercita, substâncias químicas como a dopamina e a serotonina são liberadas em seu cérebro. Elas fazem você sentir felicidade e prazer. Isso significa que suar é a única estratégia que tem efeito imediato nos sintomas depressivos. Exercícios a um longo prazo, na verdade, criam novas células cerebrais, tornando seu cérebro mais resistente à depressão e outras doenças.

Agora, aí vem o terceiro tratamento para depressão sem medicamentos:

3. Medite para se proteger da depressão

Outra ferramenta que o ajudará a tratar a depressão sem medicação são os exercícios regulares de meditação. A prática regular da meditação pode evitar que você volte à depressão pela segunda vez. Isso o ajudará a lidar melhor com as emoções, para que não desencadeiem outros episódios de depressão.

Você pode pensar nisso como uma manutenção do seu humor. Assim como o motor de um carro precisa ser verificado de vez em quando, a meditação o ajudará a descobrir os primeiros sinais de depressão e a impedir o agravamento dos sintomas depressivos. Isso pode parecer mais complicado do que é. A meditação pode ser definida basicamente em três etapas simples:

  • 1.Direcione seu foco para o momento presente (por exemplo, observando sua respiração);
  • 2. Tente não julgar o que você encontra;
  • 3. Quando você se distrair com pensamentos (porque você vai), traga de volta seu foco repetidamente.

Este é um ótimo exercício para o cérebro e o ajudará a tratar os sintomas depressivos. No final desta seção, você encontrará mais informações sobre onde e como começar.

Meditação mindfulness e pensamentos depressivos

A meditação é uma boa maneira de diminuir os sintomas depressivos sem medicação, em parte porque a meditação da atenção plena o ajuda a lidar com pensamentos e sentimentos depressivos. Visto que os pensamentos negativos podem se tornar uma parte dolorosa e paralisante da depressão.

A meditação pode mudar a estrutura do cérebro?

A meditação provavelmente ajudará seu cérebro a lidar melhor com emoções fortes, o que pode ser valioso ao tentar se recuperar da depressão sem medicação. Em 2010, o Dr. Norman Farb (Professor Assistente do Departamento de Psicologia da Universidade de Toronto Mississauga, Canadá) e seus colegas queriam descobrir se as pessoas que meditavam regularmente reagiam à tristeza de maneira diferente daquelas que não o faziam. No final das contas, eles descobriram uma diferença.

Pessoas que meditavam regularmente usavam a “rede do momento presente” em seus cérebros quando se sentiam tristes. Ou seja, eles poderiam vivenciar o sentimento de tristeza sem serem apanhados por ela ou piorar com pensamentos preocupantes. Já os não meditadores, usaram a rede de “avaliação” do cérebro. Ou seja, eles ficaram presos em pensamentos sobre tristeza, como “por que me sinto assim?”, “Como posso parar isso?” “tem alguma coisa errada”.

O estudo do Dr. Farb provavelmente pode explicar algumas das razões pelas quais a meditação mindfulness pode diminuir os sintomas depressivos e funcionar como prevenção de recaídas para a depressão. Se você está procurando um tratamento para a depressão sem medicamentos, a prática regular da meditação é definitivamente recomendada.

Você ainda não está convencido de que a meditação pode ajudá-lo a tratar a depressão? Talvez este vídeo ajude a explicar alguns dos benefícios, basta clicar aqui. Lembrando que o vídeo está em inglês mas você pode acionar as legendas em português para acompanhar o conteúdo. Basta clicar no botão “legendas/legendas ocultas” que aparece no canto inferior do vídeo e ativar o sistema de legendas.

Quanta meditação é suficiente para diminuir os sintomas depressivos?

A melhor resposta disponível é: ainda não sabemos com certeza. Mais pesquisas são necessárias para determinar qual dose de meditação da atenção plena reduzirá a depressão de maneira mais eficaz. Atualmente, a recomendação é de 10 a 30 minutos por dia. O que é um bom começo!

Não sabe como começar a prática de meditação? Não se preocupe. Existe um aplicativo para isso. Ele mostra como fazer da meditação regular uma parte do seu tratamento contra a depressão sem medicamentos. Você pode baixar o aplicativo de terapia gratuito da Flow Neuroscience. Inclui um módulo completo de meditação com exercícios teóricos e de meditação para iniciantes. Faça o download agora clicando aqui.

Leia mais sobre como usar a atenção plena para a depressão em 5 etapas simples e as 3 principais meditações para iniciantes para a depressão.

Vamos passar para o tratamento para depressão número quatro:

4. Sono como tratamento para depressão

Outra coisa que pode diminuir os sintomas depressivos e servir como uma manutenção regular para o seu humor é dormir. E há muitas coisas que você pode fazer em casa para criar hábitos de sono saudáveis ​​gratuitamente. De acordo com pesquisas recentes, o sono pode atuar como uma forma de terapia durante a noite, tornando-nos melhores para lidar com emoções fortes.

Como dormir melhor pode ajudá-lo no tratamento para depressão?

Bem, 90% das pessoas deprimidas lutam com o sono. Como você deve ter notado, algumas pessoas com depressão dormem demais e outras não dormem o suficiente. Além disso, dormir mal pode aumentar o risco de depressão.

Por exemplo, você notou que o sono ruim pode deixá-lo cansado e diminuir o seu humor? Também pode ser difícil se concentrar após uma noite de sono ruim. Esses são sintomas de depressão. A boa notícia é que as mudanças em um afetarão o outro. Dormir melhor o ajudará a concentrar e regular as emoções. E o melhor de tudo é que essa forma de tratar a depressão é confortável, gratuita e você não precisa de pílulas para isso.

A ferramenta número um para dormir melhor

Seja qual for o seu padrão de sono, existem algumas ferramentas excelentes para ajudá-lo a melhorá-lo. Como consequência natural, seus sintomas depressivos diminuirão. Dormir é um dos melhores tratamentos para depressão sem medicamentos que temos, e as ferramentas são as mesmas, independentemente de você estar dormindo muito ou pouco. A ferramenta número um para melhorar o sono, recomendada pelo Dr. Matthew Walker ( Professor de neurociência e psicologia na Universidade da Califórnia, Berkeley), é:

Acorde na mesma hora todos os dias e estabeleça uma hora de dormir.

Portanto, o melhor a fazer para melhorar seu sono é decidir acordar no mesmo horário todos os dias e ir para a cama no mesmo horário todas as noites, mesmo nos finais de semana. Use 90 minutos para relaxar antes de dormir e defina um alarme para quando a hora de relaxamento começar. Não adianta ir para a cama quando não se sente cansado.

Além disso, se ficar acordado sem conseguir dormir, saia da cama 20 minutos depois e faça algo relaxante até sentir sono novamente. Então, só depois volte para a cama. Se você ficar deitado na cama por muito tempo, seu cérebro começará a associar a cama ao estado de vigília.

Se você não gosta desta forma, ou acha que é muito desafiadora para começar, verifique estas estratégias para melhorar o sono e reduzir os sintomas depressivos :

  • Encontre 8 horas de “oportunidade” de sono todas as noites;
  • Tenha uma temperatura de cerca de 18 graus no quarto;
  • Tome um banho quente antes de dormir;
  • Use luzes mais suaves à noite;
  • Instale o software que diminui a luz LED azul nas telas de celulares e computadores;
  • Não visualize a tela de aparelhos eletrônicos 2 horas antes de dormir;
  • Tenha um quarto bem escuro (ou use uma máscara para dormir);
  • Não ingerir cafeína após 12h;
  • Descontraia-se 90 minutos antes de dormir.

Se precisar de mais informações sobre essas ferramentas de sono antes de começar a fazer alterações, baixe o aplicativo de terapia gratuito da Flow Neuroscience. Inclui um módulo de sono completo com teoria e lição de casa para iniciantes. Faça o download agora clicando aqui.

Então, dormir era a nossa quarta forma de tratar a depressão sem medicação. Vamos passar para o tratamento para depressão número cinco:

5. Tratamento para depressão com estimulação cerebral

Nosso quinto tratamento para depressão sem medicação é sobre estimulação cerebral, que tem sido usada para tratar a depressão há décadas. Ainda assim, poucas pessoas conhecem essa opção. Em primeiro lugar, a técnica chamada tDCS é muito diferente da terapia de choque elétrico (a corrente é 400 vezes mais fraca!).

Recentemente, a Flow Neuroscience desenvolveu um Headset com estimulação elétrica suave que você pode usar em casa para tratar sintomas depressivos. Este é o primeiro dispositivo tDCS portátil aprovado para uso médico no Reino Unido, na UE e agora também no Brasil. Ele está disponível para compra online. Isso significa que você pode combinar mudanças no estilo de vida com um tratamento baseado em evidências e escapar dos efeitos colaterais que geralmente vêm com a medicação antidepressiva.

Esta é a única estratégia em nossa lista que custa um pouco de dinheiro, mas pode ser um investimento muito bom se ajudar você a se recuperar da depressão. Aqui estão alguns dos benefícios:

  • O tratamento está disponível para compra online no Reino Unido, na Suécia e no Brasil;
  • É um tratamento para a depressão sem medicamentos, com menos efeitos colaterais e menos graves do que os medicamentos antidepressivos;
  • 24% superaram completamente a depressão com a técnica usada no Headset Flow;
  • 41% notam que pelo menos metade de seus sintomas depressivos desaparecem em 6 semanas;
  • Você pode se recuperar da depressão no conforto da sua casa;
  • O Headset vem com um aplicativo de terapia que fornece instruções passo a passo sobre como fazer mudanças no estilo de vida que reduzem significativamente os sintomas depressivos;
  • O dispositivo Flow é certificado pela CE (aprovado para uso médico no Reino Unido e na UE) e pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Para obter mais informações sobre o Headset Flow, leia mais aqui ou compre online agora mesmo.

Como você pode ver, existem várias maneiras de sair da depressão e mais de um tratamento para depressão à sua escolha. Esperamos que esta página tenha sido útil para você. Se você quiser mais ajuda para fazer mudanças no estilo de vida, baixe o aplicativo Flow com um programa completo de tratamento para depressão sem medicamentos.

Poder decidir como pretende se cuidar é sempre a melhor opção, e, para isso, a informação é a sua melhor aliada. Se você quer saber mais sobre o Flow e como ele é usado no tratamento para depressão, clique aqui. O conhecimento está a um clique de distância.

Este artigo foi traduzido, para ver a versão original clique aqui.

etcc no tratamento para depressão

ETCC e psicoterapia para o tratamento de depressão

Ao pensar em tratamentos para depressão, a primeira ideia que nos vêm à cabeça é: o mais importante é definir um tipo de método e basta. Mas essa verdade não é tão absoluta quanto parece. A combinação entre técnicas de natureza diferente é capaz de potencializar os resultados e proporcionar ao paciente maior satisfação e melhora da qualidade de vida. Por exemplo, a união entre ETCC e psicoterapia comportamental pode ajudar no tratamento contra os sintomas da depressão. Saiba mais!

A ação de cada método: o que é preciso saber

Antes mesmo de entender como a combinação desses métodos funciona, é preciso esclarecer alguns pontos sobre cada um deles:

1. A ETCC (estimulação transcraniana por corrente contínua)

A neuromodulação cerebral se dá em razão do envio de ondas elétricas para ativar as regiões do cérebro afetadas pela doença. Logo, esta técnica tem sua ação voltada aos estímulos físicos. O que sem dúvidas é parte importante do processo, já que o corpo humano, como organismo complexo que é, muitas vezes precisa ir além de recursos subjetivos como as terapias de base comportamental.

Além do mais, é preciso dizer que a estimulação com impulsos elétricos é dada na medida exata, com correntes de baixa intensidade e sem oscilações na frequência, a fim de evitar eventos adversos.. E estudos apontam que uma parcela das pessoas que utilizam a ETCC como forma de tratamento, superam completamente a depressão. Tendo também uma outra parte que vê bons resultados em menores períodos de tempo.

Vale a pena afirmar que métodos como esse são de natureza não-invasiva e usados em larga escala para tratamentos diversos. Os princípios da neuromodulação não-invasiva para o uso em saúde vão além da área de saúde mental e a literatura médica é capaz de comprovar esse fato.

2. A psicoterapia comportamental

Já com a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), temos a realização de técnicas voltadas à readequação cognitiva, onde o objetivo maior está nas mudanças de atitudes, sensações e sentimentos trazidos à tona pela depressão. Pois, segundo estudiosos, “pacientes com depressão acreditam e agem como se as coisas estivessem piores do que realmente são.” E a psicoterapia vem com a função de adequar esses esquemas cognitivos que se encontram em desequilíbrio através de métodos mais subjetivos.

Sem contar que esse tipo de técnica é aplicável para casos leves, moderados ou mesmo graves. E as respostas do organismo aparecem e perduram a longo prazo, o que é também um ponto positivo.

ETCC e psicoterapia: uma união que funciona

Já que separadas as técnicas apresentam bons resultados, quando unidas, as respostas ao tratamento aparecem de maneira mais clara e eficiente aos próprios pacientes. E para isso a marca Flow disponibiliza um tratamento completo com estimulação transcraniana por corrente contínua e um aplicativo de terapia cognitivo comportamental.

O Headset fica responsável pelas sessões de neuromodulação ETCC e o aplicativo Flow, que além de controlar o dispositivo, disponibiliza mais de 50 sessões de terapia virtual. O tratamento completo está disponível em nosso site, para ter mais informações basta clicar aqui.

E se você quiser mais informações sobre o tratamento com ETCC basta acessar o blog Flow! A integração entre a tecnologia, neuromodulação e terapia comportamental representa mais um passo em direção da neurociência ao futuro.