O ensino remoto e a questão do ensino-aprendizagem

Ensino remoto e pandemia: a situação do ensino-aprendizagem

Assim como o ambiente de trabalho, a educação também teve que se adaptar ao contexto da pandemia. Sendo assim, o ensino remoto foi a alternativa mais plausível para o momento. A necessidade da mudança foi tão urgente que nem ao menos tivemos tempo de assimilar tudo o que estava acontecendo. O espaço físico da escola passou a ser motivo de saudade, revelando o quanto as incertezas tomam conta do momento. Mas como será que os estudantes estão enfrentando essa situação e se adaptando à realidade do mundo à distância? É sobre isso que falaremos a seguir!

O que é o ensino remoto?

O ensino remoto é a adaptação das metodologias já utilizadas na modalidade presencial, transpostas para o meio digital. Ou seja, os princípios de ensino-aprendizagem continuam os mesmos, a grande diferença é que tudo é feito, agora, de maneira virtual. Mas será que, mesmo mantendo essa “normalidade” dentro do ambiente virtual, o processo de recepção por parte dos alunos tem sido o mesmo?

Esta modalidade adaptada garante, em qualquer que seja o nível, a continuidade nas atividades escolares. Isto é, da educação infantil até o nível superior. Além disso, diante de todo o contexto, é preciso que a comunicação seja prática e eficiente. Pois os meios digitais são, neste período, as únicas opções para manter o fluxo das atividades.

Mas a questão que ainda paira sobre a maioria das pessoas é: quais as consequências que esse afastamento da escola pode trazer aos estudantes? Ansiedade, depressão, problemas de aprendizado: quase um ano longe das escolas, crianças vivem consequências da pandemia é o título de uma matéria disponibilizada pelo G1, o canal de notícias da Globo. E, sem dúvidas, essa reflexão é extremamente importante. Visto que o ensino remoto se fez e ainda se faz tão presente. Sendo praticamente a solução mais viável para a área da educação.

A internet e o ensino

“Mas essa geração não é a mais tecnológica que já existiu até hoje?” Sim! Essa é, sem dúvidas, a geração que mais tem contato com as tecnologias, que já são “digitais” desde que vieram ao mundo. Às crianças damos celulares e tablets, aos adolescentes total acesso às redes sociais. Os aparelhos eletrônicos são os presentes mais cotados para os pequenos ou grandes. Isso tudo quer dizer que a falta de contato com a tecnologia definitivamente não é um problema.

Porém, isso não significa que a internet tenha sido vista, alguma vez, como sendo a única ligação existente entre o aluno e a educação. O que, de fato, representam duas situações diferentes: se utilizar da internet como instrumento de apoio aos estudos e tê-la como principal e exclusiva ferramenta de ensino. E isso precisa ser levado em consideração. Já que assim como os professores e equipes gestoras, os alunos também enfrentaram e ainda enfrentam dificuldades de adaptação ao ensino remoto.

Pandemia e ensino à distância: as consequências psicológicas dessa combinação

A primeira questão a ser levada em consideração é a quebra da rotina. Afinal, a ida até a escola e as diferentes interações que isso proporciona fazem uma grande diferença no processo de ensino-aprendizagem. E os alunos, mesmo que inconscientemente, sabem disso. Então, quando privados dessa movimentação, dessa rotina, muitos sentimentos podem surgir: ansiedade, desânimo, estresse. Todos desencadeados pela necessidade urgente de uma mudança inesperada.

Além do mais, uma sobrecarga emocional pode ser característica de períodos de estresse elevado. Uma vez que, quanto mais contato diário com outras pessoas, maior é a propensão para discussões. E a dica é: releve! Relevar nada mais é do que priorizar o melhor lado: o seu. A pressão familiar pode ser prejudicial, então aprenda a não levar tudo para o lado pessoal. Saiba que a família é sua base de apoio e irão entender o seu lado se você permitir que eles façam parte das suas escolhas. Cada um busca um jeito de lidar com o isolamento. Entender o outro é o primeiro passo para ser compreendido!

Por último, e talvez essa seja a tarefa mais difícil: é preciso estabelecer uma rotina! Não é porque você está em casa o tempo todo que a organização deve deixar de existir. Pois só com um dia a dia organizado é que você conseguirá lidar com as tarefas, com os estudos e até mesmo proporcionar momentos de lazer. Se adaptar também vai ajudar com a ansiedade e estresse, que podem ser efeitos frequentes do isolamento social.

Aprenda a lidar com a situação

O ensino remoto é a realidade nesta pandemia, mas é preciso continuar com hábitos saudáveis para que o corpo e a mente não sofram. E para isso, você pode fazer o download do nosso aplicativo gratuitamente em nosso site. Ele com certeza vai te ajudar a enfrentar com mais leveza essa fase.

Corpo, mente e isolamento social

Isolamento social: como corpo e mente reagem ao novo cenário?

Pandemia, distanciamento, isolamento social, home office, delivery, máscara. Como será que o nosso corpo e a nossa mente têm reagido a esse novo normal? Um mundo onde o virtual quebrou ainda mais as barreiras do espaço, mas que, paradoxalmente, aumentou a distância entre as pessoas. Há um ano, pensávamos que em alguns dias tudo voltaria à rotina frenética de sempre. No entanto, não foi isso que aconteceu. Fomos preenchidos de incertezas e de medidas de segurança. E ninguém nos ensinou, de fato, a lidar com a situação. Corpo e mente precisam de cuidados neste período, e vamos te ajudar com isso!

Isolamento social e a vida pós pandemia

Certamente, em algum momento, você pensou e se perguntou: como será a vida depois que tudo isso passar? Como é um pós-pandemia? Afinal, conhecer a história do mundo e todas as suas crises é muito diferente do que vivenciá-la, não concorda?

A maior crise sanitária do século colocou abaixo perspectivas e sonhos que nos pareciam importantes e urgentes. Mostrou que sermos imediatistas nos consome de um jeito que nem sequer nos damos conta. Por vezes, o que nos consola é o próprio passado e a expectativa de um futuro melhor e mais tranquilo. Mas o quanto pensar para frente ou lá no passado nos faz bem? Será que a nossa mente não nos sabota sempre que decidimos “fugir” um pouco dessa realidade?

Manter a saúde mental tem sido um grande desafio, afinal, a saudade aperta, a incerteza dói e a realidade é sempre mais cruel do que você pode imaginar. Diante disso, é essencial que você cuide do seu corpo, não se esquecendo da mente. Porque já que não podemos e não conseguimos controlar a realidade, o que importa agora é controlar a vastidão de sentimentos que vem acontecendo dentro de nós.

Como corpo e mente reagem?

Sempre que a nossa mente se agita, os efeitos podem ser visivelmente físicos. Sabe aquele dia em que você não consegue pregar os olhos por estar preocupada com algum assunto? Então! A insônia é um dos resultados de uma mente agitada e cansada. Além disso, essa agitação constante pode afetar o nosso sistema nervoso como um todo, desencadeando doenças e/ou transtornos, sejam eles físicos ou neurológicos.

Os sentimentos de tristeza e de desorientação também podem gerar consequências em nossa rotina e no funcionamento do nosso corpo. O pensamento fica mais lento, tomar decisões tem um peso maior e a irritação é um efeito colateral quase inevitável. Já que não resolver coisas “simples” parece o fim do mundo. Mas já parou para pensar que a cobrança excessiva pode ser uma das causas desse problema? É como se quiséssemos enxergar estabilidade em tudo. E o caráter que uma pandemia menos pode nos oferecer é uma situação estável.

O isolamento social e a falta de convívio com as pessoas

E muitos podem estar se perguntando, ainda hoje, um ano depois da primeira vez que o Brasil parou: por que estou sentindo tanta falta de estar em outros lugares e ver outras pessoas? A resposta é relativamente simples: somos, por natureza, seres sociáveis. Aprendemos que sempre vamos precisar do outro para sobreviver. Por isso criamos laços sociais, cooperativos e solidários. E quando fomos e ainda somos privados desses contatos – por um bem maior, claro! -, é comum que sintamos tristeza, angústia e até mesmo solidão.

Além do mais, o inimigo agora é invisível, mas mortal, é pequeno, mas com grande poder. Sendo assim, o mundo fora do isolamento parece ser perigoso, prejudicial e sem solução. Uma das reações possíveis é, de fato, enxergar o perigo e se sentir acuado, com medo e depressivo. Mas existem ainda aquelas pessoas que negam o perigo e por impulsos, acabam se expondo. Isso para “provar” a si mesmo que está tudo bem.

Mas é preciso reconhecer os sinais que o seu corpo está dando. O isolamento social exigiu mudanças na rotina, mostrando a fragilidade das certezas e o quanto a vida é capaz de mudar em tão pouco tempo. Sendo assim, a necessidade do autocuidado foi escancarada como nunca antes. Mas sabe qual a boa notícia? É que o ser humano é capaz de aprender até o seu último respiro. Não deixe de aprender a se cuidar, você não pode adivinhar o amanhã, mas pode se cuidar hoje! A pandemia ainda não terminou, mas a certeza é que o cuidado com você mesmo não pode parar nunca!

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