Silhueta de uma mulher segurando a cabeça com uma expressão de angústia, com uma nuvem de tinta azul escura se dispersando a partir da cabeça, simbolizando a depressão em mulheres com pensamentos ou emoções turbulentas.

A luta contra a depressão em mulheres

Neste Dia Internacional da Mulher, precisamos trazer à tona discussões sobre questões que afetam desproporcionalmente as mulheres ao redor do mundo. Uma dessas questões é a depressão. 

 

Este post busca informar questões importantes sobre a depressão em mulheres, e explorar tratamentos inovadores, como a Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (ETCC) e o papel de tecnologias emergentes, como o Headset da Depressão Flow.

 

A Depressão em Mulheres: Um Panorama

Abordar a depressão em mulheres, especialmente no contexto do Dia Internacional da Mulher, é um passo crucial para desmistificar a condição e promover uma sociedade mais informada e empática. 

 

Estatísticas da Organização Mundial de Saúde indicam que a depressão afeta mais mulheres do que homens, e fatores como alterações hormonais relacionadas ao ciclo menstrual, pós-parto e menopausa podem influenciar o desenvolvimento da depressão feminina. 

 

Além disso, as pressões sociais e a violência de gênero também desempenham um papel crucial na saúde mental feminina.

 

Tratamentos para a depressão em mulheres podem incluir medicamentos antidepressivos e psicoterapia, sendo a escolha do tratamento baseada na individualidade e nos sintomas apresentados​​.

 

O tratamento da depressão vai além da medicação e envolve também suporte psicológico e estratégias de autocuidado. Abordagens alternativas como a ETCC também são importantes para um tratamento completo.

 

É importante consultar um médico e reconhecer a necessidade de tratamentos convencionais e alternativos individualizados, considerando as peculiaridades de cada caso. 

 

Tratamento de ETCC: Uma Esperança Tecnológica

Diante da busca por tratamentos eficazes e acessíveis, a Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (ETCC) é uma técnica não invasiva que usa uma corrente elétrica de baixa intensidade para estimular áreas específicas do cérebro, visando equilibrar a atividade neural. 

 

Ela funciona aplicando uma corrente elétrica de baixa intensidade ao cérebro, o que pode ajudar a restaurar o equilíbrio do funcionamento cerebral. É um tratamento comprovado, sendo usado principalmente em casos em que outras abordagens não foram eficazes sozinhas. 

 

O Headset da Depressão Flow: Inovação ao Alcance

Por possibilitar o tratamento de ETCC com segurança e no conforto de casa, o Headset da Depressão Flow é uma inovação no campo da saúde mental, e oferece uma forma prática e de aplicar o tratamento de ETCC. 

 

O dispositivo pode ser utilizado em casa sob orientação médica e com acompanhamento remoto, torna o tratamento muito mais acessível e menos estigmatizado.

 

Caminhando Rumo à Esperança

Ao destacarmos a luta contra a depressão em mulheres e explorarmos tratamentos inovadores como a ETCC com o uso do Headset da Depressão Flow, reafirmamos nosso compromisso com o bem-estar e a saúde mental feminina. 

 

O Dia Internacional da Mulher é uma oportunidade para refletir sobre os avanços e os desafios remanescentes na busca por uma sociedade mais justa e saudável para todas. 

 

Juntos, podemos caminhar rumo a um futuro onde o tratamento da depressão seja mais acessível, eficaz e livre de estigmas.

 

Saiba mais sobre o Headset da Depressão Flow, clicando aqui!

O Headset da Depressão Flow é um dispositivo de última geração utilizado para o tratamento não invasivo da depressão através da estimulação transcraniana de corrente contínua (ETCC). Com um design ergonômico, apresenta uma combinação de cores em branco e preto e está posicionado sobre uma caixa azul elegante que sugere uma embalagem de alta qualidade. Este dispositivo é projetado para proporcionar uma experiência de uso confortável, com suportes ajustáveis e almofadas que garantem um ajuste personalizado para o usuário. A tecnologia ETCC é utilizada para modular a atividade neural visando aliviar os sintomas da depressão, oferecendo uma alternativa de tratamento segura e eficaz.

Tudo o que você precisa saber sobre o Headset da Depressão Flow

A depressão tem desafiado cientistas, médicos e pacientes na busca por tratamentos eficazes, seguros e livres dos efeitos colaterais muitas vezes associados às terapias convencionais. O Headset da Depressão Flow oferece uma abordagem baseada na estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC), uma técnica que, embora utilizada há anos em ambientes clínicos, agora se torna acessível para o uso domiciliar. 

 

Aprovado por instituições regulatórias como a Anvisa no Brasil e a CE na Europa, o Headset Flow é fruto de rigorosos processos de pesquisa e desenvolvimento. Sua tecnologia não invasiva, apoiada por ensaios clínicos, alivia os sintomas da depressão sem os efeitos colaterais associados a medicamentos.

 

Este artigo explora como essa tecnologia se apresenta como uma alternativa viável para o tratamento da depressão, oferecendo insights sobre sua segurança, eficácia e como os pacientes podem integrá-la às suas vidas.

 

Segurança e Eficácia do Tratamento

Em primeiro lugar, sempre que se fala em tratamentos contra a depressão, precisamos falar sobre a segurança dos tratamentos. O Headset da Depressão Flow tem forte respaldo científico, com mais de 20 ensaios clínicos validando sua utilização sem efeitos colaterais graves.

 

Além disso, o produto recebeu aprovações significativas:

 

  • Certificação CE e Anvisa: Estas certificações indicam que o dispositivo atende aos padrões regulatórios rigorosos para dispositivos médicos na Europa e no Brasil, respectivamente​​​​.
  • Projeto e fabricação: Desenvolvido na Suécia, o design do Headset Flow prioriza a segurança e o conforto do usuário, minimizando possíveis desconfortos durante o tratamento​​.

 

Já na parte de eficácia do tratamento, o Headset da Depressão Flow melhora comprovadamente os sintomas da depressão:

 

  • Melhorias notáveis: A maioria dos usuários nota uma melhoria significativa em sintomas-chave da depressão, incluindo humor, foco e sono, em um período curto de tempo após iniciar o uso do dispositivo​​.
  • Suporte científico: A técnica de ETCC, base para o funcionamento do Headset, é apoiada por evidências científicas que demonstram sua capacidade de reduzir os sintomas depressivos pela metade após seis semanas de tratamento. Uma pesquisa interna revelou que 81% dos usuários experimentaram uma redução na depressão após apenas três semanas​​.

 

Estas características destacam o compromisso do Headset da Depressão Flow com a segurança e eficácia, oferecendo uma opção de tratamento confiável para indivíduos buscando alívio dos sintomas da depressão. 

 

Uso Autônomo e com Acompanhamento Médico

A possibilidade de uso autônomo do Headset Flow no tratamento da depressão, permite que os pacientes recebam terapia de estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC) no conforto de suas casas. 

 

O design intuitivo do dispositivo, aliado à sua bateria de longa duração, oferece uma solução prática para o tratamento contínuo sem a necessidade frequente de recarga. 

 

Cada kit inclui Pads descartáveis para iniciar o tratamento, garantindo que os usuários possam começar sem preocupações adicionais sobre a aquisição imediata de acessórios​​.

 

O aplicativo Flow, uma peça central dessa abordagem de tratamento, serve como um guia passo a passo para a correta utilização do headset.  Ele instrui sobre como posicionar o dispositivo e os Pads, monitora o progresso do tratamento oferecendo feedback em tempo real. 

 

Além disso, o aspecto autônomo do uso do Headset Flow é complementado pela possibilidade de acompanhamento médico. Embora o dispositivo permita uma gestão independente do tratamento, a orientação profissional é recomendável, especialmente na fase inicial e para ajustes no protocolo de tratamento. 

 

O aplicativo facilita essa interação, permitindo que os dados do tratamento sejam compartilhados com profissionais de saúde, caso o usuário deseje. Assim, o tratamento combina a flexibilidade do uso doméstico com a segurança e a personalização que o acompanhamento médico proporciona​​.

 

Compatibilidade com Outros Tratamentos

A compatibilidade do Headset da Depressão Flow com outros tratamentos representa um aspecto fundamental da sua flexibilidade e aplicabilidade no cuidado da saúde mental. 

 

A possibilidade de usar o headset em conjunto com medicamentos antidepressivos amplia as opções de tratamento para pessoas com depressão, permitindo uma abordagem mais personalizada e integrada ao cuidado de sua saúde.

 

O uso do Headset da Depressão Flow junto a medicamentos antidepressivos não apresenta contraindicações conhecidas, o que significa que pacientes podem, sob orientação médica, combinar a estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC) com a farmacoterapia. 

 

Essa abordagem multidisciplinar pode ser particularmente útil para indivíduos que não respondem adequadamente aos medicamentos sozinhos ou que buscam minimizar seus efeitos colaterais.

 

A compatibilidade do headset com outros tratamentos amplia o espectro de cuidados disponíveis para a depressão, oferecendo uma alternativa ou complemento à medicação. Isso se alinha à crescente demanda por tratamentos personalizados e menos invasivos, que se adaptam às necessidades e preferências individuais dos pacientes.

 

Consulta Profissional

A importância de consultar um profissional de saúde antes de realizar qualquer alteração no tratamento atual não pode ser subestimada. 

 

A avaliação médica assegura que a combinação de tratamentos seja apropriada para o quadro clínico específico do paciente, levando em consideração fatores como a severidade dos sintomas, histórico médico e potenciais interações entre diferentes modalidades de tratamento.

 

Profissionais de saúde podem oferecer orientações valiosas sobre como integrar o uso do Headset da Depressão Flow ao regime de tratamento existente, garantindo que a adição deste novo método seja feita de maneira segura e eficaz. 

 

Além disso, o acompanhamento médico permite monitorar o progresso do tratamento e ajustar as estratégias conforme necessário para obter os melhores resultados possíveis.

 

Benefícios Comprovados e Feedback de Usuários

Usuários do Headset da Depressão Flow relatam uma série de melhorias que impactam diretamente na qualidade de vida, incluindo o aumento do humor, aprimoramento do foco e a melhoria na qualidade do sono. Essas mudanças positivas geralmente se manifestam em um período de 3 a 6 semanas de uso regular.

 

Isso se deve ao método de ação do dispositivo, que modula a atividade neural por meio de impulsos elétricos suaves, visando áreas específicas do cérebro associadas à regulação do humor e cognição.

 

Essas melhorias na função diária e bem-estar geral são essenciais para a recuperação de longo prazo de indivíduos que sofrem de depressão.

 

Em resumo, o Headset Flow emerge como uma opção de tratamento promissora para a depressão, oferecendo benefícios corroborados tanto por feedbacks de usuários quanto por estudos clínicos. Este tratamento representa uma abordagem menos invasiva e com menor risco de efeitos colaterais, abrindo caminho para uma nova era no manejo da depressão.

 

Como Começar o Tratamento

Para começar o tratamento com o Headset da Depressão Flow, siga um processo direto e intuitivo, projetado para facilitar o acesso ao tratamento inovador de depressão no conforto do seu lar. 

 

Aqui está um guia para começar:

 

  • Encomende o Headset Flow: Acesse o site oficial do produto ou lojas autorizadas para adquirir o seu headset. O processo de compra é simples, semelhante ao de outros produtos online.

 

  • Baixe o Aplicativo Gratuito: Após a compra, baixe o aplicativo Flow, disponível gratuitamente nas lojas de aplicativos. O aplicativo é uma parte crucial do tratamento, pois fornece orientações detalhadas sobre como usar o headset, além de acompanhar seu progresso.

 

  • Configure o Dispositivo: Quando receber o headset, siga as instruções claras fornecidas pelo aplicativo para configurá-lo corretamente. Essas instruções incluem como ajustar o headset na cabeça, como e onde posicionar os Pads, e como iniciar uma sessão de tratamento.

 

  • Inicie o Tratamento com Sessões Recomendadas: O aplicativo orientará você através das sessões de tratamento recomendadas. Estas sessões são projetadas com base em evidências científicas para proporcionar os melhores resultados. É importante seguir o protocolo de tratamento proposto para maximizar a eficácia do tratamento.

 

  • Siga o Protocolo de Tratamento para Resultados Eficazes: A aderência ao protocolo de tratamento é essencial para alcançar resultados significativos. Isso inclui manter a regularidade das sessões, seguir as orientações de uso do aplicativo e monitorar seu progresso ao longo do tempo.

 

Lembrando a importância de seguir rigorosamente o protocolo de tratamento, este guia facilita o início do seu caminho para uma melhor saúde mental. 

 

O tratamento com o Headset Flow representa um método promissor para aliviar os sintomas da depressão, proporcionando aos usuários uma opção de tratamento conveniente e inovadora em casa.

 

Um aliado no cuidado com a saúde mental.

O tratamento com o Headset da Depressão Flow destaca-se não apenas por sua base científica sólida e aprovações regulatórias, mas também pela forma como reimagina a abordagem à depressão – com um foco no empoderamento do paciente e na integração harmoniosa do tratamento na vida cotidiana. 

 

A capacidade de administrar a terapia de ETCC de forma independente, sem sacrificar a segurança ou a eficácia, se torna uma grande aliada no cuidado com a saúde mental.

 

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Ilustração mostrando um grupo diversificado de pessoas de diferentes idades e origens sentadas em círculo em um parque, participando de uma roda de conversa. O cenário ao ar livre inclui árvores verdes, bancos de parque e um céu azul claro. As pessoas estão engajadas em um diálogo saudável, com algumas falando e outras ouvindo atentamente, simbolizando o apoio mútuo e a importância das campanhas de conscientização sobre saúde mental na luta contra a depressão. A imagem transmite um ambiente acolhedor e positivo, destacando a busca por ajuda e tratamento para questões de saúde mental.

O Impacto Positivo das Campanhas de Saúde Mental na Conscientização sobre a Depressão

A depressão é um distúrbio que afeta milhões de pessoas no mundo todo, impactando a qualidade de vida, o desempenho no trabalho e as relações interpessoais. 

 

No Brasil, estima-se que 5,8% da população sofre algum tipo de transtornos de depressão, segundo dados da OMS. Ao mesmo tempo, a pesquisa Panorama de Saúde Mental do Instituto CACTUS mostra que a maioria dos brasileiros não cuida bem da sua saúde mental.

 

Neste contexto, as campanhas de saúde mental são ferramentas de conscientização, desmistificando a depressão e promovendo a busca por ajuda e tratamento.

 

Campanhas de Saúde Mental para a promoção de bem-estar.

O guia de políticas públicas da Organização Pan-Americana de Saúde, diz que a promoção da saúde mental e a prevenção de condições de saúde mental são peças-chave para reduzir o crescente ônus da saúde mental e maximizar a saúde e o bem-estar de todas as pessoas. 

 

Uma variedade de fatores biológicos, psicológicos, sociais, culturais, econômicos, políticos e ambientais interagem para moldar a saúde mental, tornando a promoção da saúde mental e a prevenção necessárias em todas as fases da vida. 

 

As intervenções devem ser baseadas em evidências, culturalmente seguras e relevantes, informadas pelas comunidades afetadas e multissetoriais, a fim de abordar os diferentes determinantes que influenciam a saúde mental.

 

Nos últimos anos, testemunhamos diversas campanhas de saúde mental, cada uma refletindo as necessidades e o entendimento do que era a depressão à época. 

 

Inicialmente focadas em educar sobre os sintomas da depressão, essas campanhas evoluíram para abordagens mais inclusivas e abrangentes, incluindo a promoção do bem-estar mental, a prevenção e o estímulo e orientação para criação de políticas públicas, como é caso do Consenso de Brasília, em 2013.

 

O que esperar de uma Campanha de Saúde Mental? 

Uma campanha de saúde mental pode ter vários objetivos e componentes, mas os principais são:

 

  • Conscientização e Educação: Aumentar a conscientização sobre questões de saúde mental e combater o estigma associado a elas. 
  • Prevenção e Promoção da Saúde Mental: Fornecer informações e recursos para ajudar as pessoas a manter e melhorar sua saúde mental.
  • Acesso a Recursos e Serviços: Facilitar o acesso a serviços de saúde mental, incluindo linhas de apoio, serviços de aconselhamento, e outras formas de assistência.
  • Advocacy e Políticas Públicas: Trabalhar para influenciar políticas e práticas em níveis governamentais e institucionais que afetam a saúde mental.
  • Inclusão e Apoio Comunitário: Incentivar o apoio comunitário e a inclusão de pessoas com problemas de saúde mental. 

 

Com o aumento da visibilidade, novas formas de tratamento de transtornos da saúde mental podem ser divulgadas e tornadas acessíveis ao público. 

 

A Estimulação Transcraniana de Corrente Contínua (ETCC), por exemplo, é uma técnica que vem sendo estudada há mais de 100 anos, e a tecnologia Flow já permite fazer o tratamento em casa.

 

Com acompanhamento do médico de forma remota, o Headset da Depressão Flow permite que pessoas com restrições logísticas ou com mobilidade reduzida possam agregar mais uma opção ao tratamento medicamentoso, com excelente custo benefício.

 

Desafios e Limitações

Apesar dos avanços, as campanhas enfrentam desafios, incluindo a falta de recursos e a dificuldade em alcançar populações marginalizadas. 

 

Além disso, a estigmatização persistente da depressão, a medicalização da doença e o descrédito a tratamentos alternativos continuam sendo obstáculos.

 

Muitas pessoas têm problemas de saúde mental, mas são tratadas de forma injusta. O medo, a falta de informação e os preconceitos fazem com que elas sejam excluídas e discriminadas. Isso acontece em casa, na escola, no trabalho e nos hospitais, tanto na cidade quanto no campo. 

 

É possível melhorar a saúde mental, mas as pessoas não buscam ajuda e o cuidado que precisam para se recuperar.

 

O sol sempre nasce

A conscientização sobre a depressão e suas formas de tratamento é um componente-chave na luta contra esta condição. 

 

As campanhas de saúde mental desempenham um papel importante nesse processo, promovendo uma mudança positiva na forma como a depressão é percebida e tratada. Continuar investindo e inovando em campanhas de saúde mental tende a impactar positivamente os resultados dos tratamentos (pelo aumento da procura e a redução das barreiras individuais e familiares) e é essencial para garantir uma sociedade mais informada e empática.

 

Quer conhecer mais sobre um tratamento alternativo para depressão, não-invasivo, não-medicamentoso e com resultados reais?

 

Consulte nosso blog!

 

 

Notas

Advocacy é um processo de reivindicação de direitos cujo objetivo é influir na formulação e implementação de políticas públicas que atendam às necessidades da população.

Imagem dividida em duas metades ilustrando a diferença entre tristeza e depressão. À esquerda, uma pessoa com expressão triste em um fundo de cores frias, simbolizando a tristeza temporária. À direita, uma pessoa com expressão de angústia profunda em um fundo escuro, representando os sintomas de depressão

Como diferenciar a tristeza da depressão?

Tristeza e depressão são experiências distintas, não apenas diferentes intensidades do mesmo sentimento. A depressão é uma psicopatologia complexa, enquanto a tristeza é uma reação emocional normal aos acontecimentos da vida.

 

A compreensão das diferenças entre tristeza e depressão é fundamental para o diagnóstico correto e a intervenção adequada. 

 

Ao longo desse artigo, vamos discutir como distinguir a tristeza, uma emoção passageira, da depressão, um estado mais persistente e debilitante, visando um maior entendimento e sensibilização sobre a saúde mental.

 

Tristeza acaba, depressão se trata.

A duração é uma das principais diferenças para distinguir entre tristeza e depressão. 

 

A tristeza é uma emoção natural e temporária, geralmente desencadeada por um evento específico, como uma decepção, uma perda, ou uma situação estressante, por isso, a sensação da tristeza pode variar de algumas horas a alguns dias, e diminui geralmente com o tempo à medida que a pessoa processa o evento desencadeador e começa a se adaptar ou resolver a situação.

 

Em contraste, a depressão é um distúrbio de humor caracterizado por uma sensação constante de tristeza, desesperança ou perda de interesse que persiste por um período prolongado.

 

Adicionalmente, a depressão é um diagnóstico que deve ser realizado de maneira clínica, quando os sintomas devem estar presentes na maior parte do dia, quase todos os dias, por um período identificável

 

Em muitos casos, a depressão pode durar vários meses ou até anos se não tratada.

 

Flutuações na Intensidade 

A intensidade dos sintomas é uma importante diferença na distinção entre tristeza e depressão.

 

Um pouquinho triste

Intensidade Moderada: A tristeza é uma emoção humana normal e geralmente apresenta uma intensidade que corresponde ao estímulo ou evento desencadeador. 

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Não Compromete Totalmente o Funcionamento Diário: Enquanto a tristeza pode afetar temporariamente o humor e a energia, ela geralmente não impede a pessoa de realizar suas atividades diárias.

 

Com Depressão

Intensidade Severa e Abrangente: Na depressão, a intensidade da tristeza, desesperança e perda de interesse é tipicamente muito mais severa. Esses sentimentos são profundamente arraigados e persistem independentemente das circunstâncias externas.

 

Afeta Significativamente o Funcionamento Diário: A depressão impacta gravemente o funcionamento diário. Pode levar a problemas significativos no trabalho, na escola, nas relações sociais e em outras áreas importantes da vida. 

 

Fatores desencadeantes

A “causa” ou os fatores desencadeantes são elementos fundamentais na distinção entre tristeza e depressão. 

 

A tristeza geralmente é uma resposta direta a um evento específico ou situação desencadeadora, em que diversos tipos de perda podem ativar a sensação de tristeza. É uma reação emocional natural e esperada.

 

Em conjunto, a intensidade e a duração da tristeza costumam estar relacionadas à natureza do evento desencadeante e, normalmente, a tristeza diminui à medida que a pessoa se adapta ou resolve a situação que a causou.

 

Já na depressão, as causas são multifatoriais, que pode ser desencadeada por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos. Embora eventos estressantes da vida possam precipitar a depressão, muitas vezes não há uma única causa identificável.

 

Na depressão, os sentimentos de tristeza, desesperança e perda de interesse na depressão podem ser desproporcionais ao que seria esperado dado o contexto da vida da pessoa. 

 

Em muitos casos, esses sentimentos podem parecer desconectados de qualquer evento específico ou podem persistir mesmo quando as circunstâncias externas são positivas.

 

O correto diagnóstico da depressão pode salvar vidas

Precisamos destacar que a depressão é uma condição médica séria que pode se desenvolver independentemente das circunstâncias da vida de uma pessoa. 

 

Depressão não é simplesmente uma “tristeza profunda” e pode não ter uma “causa” clara. 

 

Além disso, a depressão pode incluir uma gama de outros sintomas psicológicos e físicos, como alterações no apetite ou no sono, fadiga, problemas de concentração, sentimentos de inutilidade ou culpa, e pensamentos de morte ou suicídio.

 

A avaliação de um profissional de saúde mental é essencial para o diagnóstico correto e o tratamento adequado da depressão.

Tratamentos inovadores e alternativos são importantes

Como tratamento alternativo para a depressão, o uso do Headset Flow, é uma abordagem inovadora frente aos desafios dos métodos tradicionais. 

 

Este dispositivo utiliza a estimulação transcraniana por corrente contínua para ativar especificamente o córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo (DLPFC), região que está associada à regulação do comportamento, e sua estimulação pode ajudar a reequilibrar as funções neurais desreguladas na depressão. 

 

O método se destaca por ser uma forma de neuromodulação não invasiva, oferecendo uma alternativa promissora para aqueles que não respondem bem aos antidepressivos ou sofrem com seus efeitos colaterais.  

 

Esta abordagem representa um avanço significativo no tratamento da depressão, ampliando as opções disponíveis para os pacientes.

Quer saber mais sobre o Headset da depressão Flow? Fale conosco por aqui.

Apoio

Como apoiar uma pessoa próxima que apresenta sinais de depressão?

Como apoiar uma pessoa próxima que apresenta sinais de depressão

Dar suporte a alguém querido e que apresenta sinais de depressão pode ser um desafio. A depressão é uma condição de saúde mental séria, complexa e muitas vezes silenciosa, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. 

Neste post, vamos explorar como você pode ajudar uma pessoa próxima que apresenta sinais de depressão.

 

Primeiro Passo: Reconhecendo os sinais

Reconhecer os sinais de depressão é fundamental quando se busca apoiar alguém que está passando por essa condição. Manter atenção às alterações de comportamento que a pessoa possa apresentar, é uma forma de identificar os sinais claros de depressão.

As mudanças que frequentemente ocorrem incluem o afastamento do convívio social, a perda de interesse por atividades que antes eram fonte de prazer e transformações nos hábitos de sono e alimentação.

O isolamento social é muitas vezes um indicador inicial de que algo não vai bem. 

A pessoa pode começar a se afastar de amigos e familiares, evitando interações sociais que eram anteriormente importantes para ela. A perda de interesse em atividades que costumavam trazer alegria e satisfação é outro sinal-chave, pois revela a anedonia, um sintoma característico da depressão.

Além disso, é importante observar atentamente qualquer alteração no padrão de sono e alimentação. 

A insônia ou o excesso de sono, bem como mudanças na dieta, como perda ou ganho significativo de peso, podem ser reflexos dos distúrbios que frequentemente acompanham a depressão. 

Portanto, ao reconhecer esses sinais, você estará em melhor posição para oferecer apoio e auxílio à pessoa que está enfrentando essa condição mental.

 

Segundo Passo: Comunicando-se com Sensibilidade

Outro aspecto essencial para auxiliar no tratamento de alguém que enfrenta a depressão é a sensibilidade na comunicação. 

Empatia e compaixão desempenham um papel fundamental aqui. 

Ouvir atentamente a pessoa e demonstrar interesse genuíno em entender o que ela está passando, sem qualquer tipo de julgamento, pode aliviar os sentimentos de isolamento que acompanham a depressão.

Com a escuta ativa, há grandes chances de se oferecer um ambiente seguro para que a pessoa possa expressar seus sentimentos. Isso significa criar um espaço onde ela se sinta confortável para compartilhar suas emoções sem o receio de críticas ou rejeição. 

Finalmente, lembre-se que a depressão é uma doença e requer apoio e compreensão. 

Ao adotar uma abordagem compassiva, você contribuirá significativamente para o bem-estar da pessoa afetada, fortalecendo laços e promovendo um ambiente de recuperação saudável.

 

Terceiro Passo: Oferecendo Suporte Prático

Oferecer suporte prático, em adição ao suporte emocional, é uma forma valiosa de ajudar alguém que está enfrentando os desafios trazidos pela depressão. 

Uma maneira de fornecer esse tipo de suporte é ajudar com tarefas domésticas. Muitas vezes, a depressão pode esgotar a energia e a motivação da pessoa, tornando as atividades diárias uma tarefa árdua. Oferecer ajuda com tarefas simples, como a limpeza da casa, compras ou preparação de refeições, pode aliviar parte do fardo e permitir que a pessoa se concentre em sua recuperação.

Outra forma de assistência prática é acompanhar a pessoa em consultas médicas e terapêuticas. 

Isso é especialmente importante, já que a depressão muitas vezes é uma condição silenciosa e que requer tratamento profissional. Ao estar presente nas consultas, você não apenas oferece apoio emocional, mas também pode ajudar a garantir que a pessoa esteja recebendo o tratamento adequado e compreendendo as orientações dos profissionais de saúde. 

Isso promove um envolvimento ativo na recuperação e ajuda a pessoa a se sentir menos isolada em sua jornada.

A solidão é um dos desafios mais difíceis enfrentados por pessoas com depressão, e ter alguém para conversar, compartilhar momentos ou até mesmo estar em silêncio junto pode ter um impacto significativo em seu estado emocional. 

 

Quarto passo: Incentivando Tratamentos alternativos

Incentivar o uso de tratamentos alternativos para a depressão, como a prática de atividade física, yoga e adoção de uma dieta saudável, pode desempenhar um papel importante na abordagem holística para lidar com essa condição de saúde mental. 

Essas alternativas têm ganhado destaque devido ao seu potencial de impacto positivo, complementando, em muitos casos, abordagens médicas convencionais.

 

Quinto Passo: Conhecendo o Headset da Depressão Flow

A Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (ETCC) representa uma abordagem não invasiva de estimulação cerebral que se destaca no tratamento da depressão ao empregar uma corrente de baixa intensidade para potencializar a atividade neural. Esse método é frequentemente direcionado à estimulação do córtex pré-frontal dorsolateral, que tende a apresentar hipoatividade em casos de depressão.

Essa abordagem proporciona aos pacientes a oportunidade de cuidar da sua saúde mental de maneira mais conveniente e eficaz, tornando a ETCC uma alternativa viável e acessível para o tratamento da depressão.

Com o Headset da Depressão Flow é possível aproveitar os benefícios da ETCC de maneira portátil e acessível, sendo uma solução inovadora que oferece a comodidade do tratamento em casa, sob a supervisão médica.

Uma fita rosa em um fundo amadeirado para representar o mês internacional da luta contra o câncer da mama, Outubro Rosa.

Outubro Rosa: como a saúde mental é importante no tratamento contra o câncer.

A história do Outubro Rosa

O Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama, foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. 

No ano de 1992, a fita cor-de-rosa foi introduzida pela primeira vez em uma campanha promovida pela empresa de cosméticos Estée Lauder, distribuindo 1,5 milhão de laços. Esse símbolo visual marcou o Mês da Conscientização sobre o Câncer de Mama na história.

Assim, o Outubro Rosa se tornou uma iniciativa global para educar mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e, mais recentemente, do câncer de colo do útero.

No Brasil, as campanhas de sensibilização sobre o câncer de mama começaram em 2002, mas somente em 2018 foram oficialmente estabelecidas por legislação federal.

 

A Interseção Entre Câncer e Saúde Mental

A conscientização sobre os impactos psicológicos que o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama podem causar é igualmente importante.

Estudos já demonstraram que existe ligação entre a eficácia do tratamento e o estado emocional da paciente, já que o bem-estar psicológico desempenha um papel significativo na recuperação.

O equilíbrio psicológico ajuda as pacientes a tolerarem os tratamentos mais agressivos, como quimioterapia e radioterapia. Tratamentos assim podem causar efeitos colaterais físicos e emocionais, com impacto duradouro na saúde mental da paciente.

Por isso, é importante reconhecer que a depressão pode surgir durante o tratamento contra o câncer, permitindo que familiares e equipe médica deem a devida atenção ao problema e sugiram o tratamento adequado.

 

Apoio psicológico ao tratamento de câncer

O apoio psicológico desempenha papel importante no tratamento do câncer, e contribui significativamente para a manutenção da saúde mental dos pacientes.

Quando falamos em saúde mental no contexto oncológico, abordamos uma ampla gama de emoções e preocupações que afetam não apenas o bem-estar psicológico, mas também o progresso e a resposta ao tratamento do câncer. Por isso, suporte emocional e cuidado psicológico são elementos fundamentais no manejo abrangente da doença.

 

Novos problemas e percepções.

Como já falamos, o diagnóstico de câncer pode desencadear muitas emoções fortes, como ansiedade, medo, depressão e estresse. Essas emoções podem influenciar a forma como as pacientes enfrentam o tratamento e sua capacidade de aderir às terapias prescritas.

Portanto, reconhecer que a saúde mental não é separada do tratamento do câncer, mas sim ligada a ele, é um passo importante.

A perda de cabelo, a fadiga e as mudanças na imagem corporal podem afetar a autoestima dos pacientes. Além disso, a incerteza em relação ao prognóstico pode criar uma tensão emocional constante. 

A saúde mental não pode ser tratada isoladamente dessas realidades, mas sim ser abordada como parte integrante do cuidado do paciente com câncer.

 

Acompanhamento psicológico é fundamental

O apoio psicológico é essencial para ajudar os pacientes a enfrentar esses desafios emocionais. Terapeutas especializados em oncologia desempenham papel na avaliação e no tratamento das questões emocionais dos pacientes.

Isso pode incluir tratamentos tradicionais para tratar a ansiedade e a depressão, sessões de aconselhamento para ajudar os pacientes a lidar com as incertezas de sua condição e terapias alternativas com métodos não-invasivos.

Em resumo, o cuidado com a saúde mental da paciente é parte integrante do tratamento do câncer e deve ser oferecido a todos os pacientes recomendados.

 

Quer saber mais sobre a saúde mental? Aproveite para seguir nossas redes sociais e clique aqui para conhecer mais do nosso conteúdo sobre o tema! 

tratamento depressão

Depressão Flow: tratamento inovador contra depressão. Saúde mental importa!

Avanços tecnológicos e neurocientíficos trouxeram novas opções de tratamento para a depressão

 

A saúde mental está intimamente ligada ao bem-estar físico e afeta todos os aspectos de nossas vidas. A verdade é que sem saúde mental não há saúde. Muitos podem achar que isso é um exagero. Mas as doenças psiquiátricas têm um grande efeito sobre a qualidade de vida das pessoas. A depressão, por exemplo, apresenta uma quantidade considerável de mortalidade em todo o mundo. O que só evidencia o quão importante é tratar desses problemas.

 

Existem diversos tratamentos disponíveis para a depressão. Sendo os medicamentos antidepressivos e a terapia as opções mais tradicionais. E, de fato, ambos vêm mudando a vida de muitas pessoas, permitindo que elas possam tratar suas condições e tenham uma qualidade de vida melhor.

 

Porém, ainda que esses tratamentos sejam eficazes para algumas pessoas, há mais possibilidades. Com os avanços tecnológicos pelos quais passamos diariamente, pode ser difícil acompanhar cada inovação que surge, mesmo aquelas que mais importam para a gente. Mas não podemos deixar de ficar atentos.

 

O desenvolvimento tecnológico aliado a avanços neurocientíficos trouxeram um tratamento para depressão alternativo que é efetivo e não tem efeitos colaterais.

 

Neste blog, nós vamos te contar um pouco sobre ele!

 

A Estimulação Transcraniana de Corrente Contínua (ETCC)

A depressão altera as funções do cérebro e causa níveis mais baixos de atividade em sua área frontal, responsável por regular o humor, o sono e a motivação.

 

O cérebro de pessoas com a doença enfrenta mais dificuldade para enviar impulsos elétricos entre si em situações que normalmente fariam a região frontal ser ativada.

 

Com a depressão inibindo a atividade elétrica na área, pacientes se sentem com o humor para baixo, apresentam alterações no sono e no apetite, têm dificuldade de concentração e não conseguem tomar iniciativa.

 

O tratamento ETCC envia impulsos elétricos suaves para a área do cérebro que ficou mais lenta. Isso faz com que as células voltem a se comunicar, reduzindo assim os sintomas de depressão.

 

Ficou preocupado com os riscos que isso pode trazer? Asseguramos que não há motivos para isso. A ETCC é segura e cientificamente testada e aprovada. Não há efeitos colaterais: o estímulo tem o papel de gerar uma atividade cerebral mais saudável. Nada mais que isso.

 

A tecnologia da ETCC representa uma excelente alternativa de tratamento para a depressão. Especialmente por não ser invasiva e não envolver o uso de medicamentos. E é exatamente por agir diretamente sobre o cérebro que apresenta efeitos colaterais mínimos.

 

A tecnologia utilizada no Headset da Depressão Flow

O Headset da Depressão Flow oferece a Estimulação Transcraniana de Corrente Contínua através de um dispositivo pequeno e portátil. A corrente é fornecida por meio de dois eletrodos colocados na testa do paciente.

 

Além disso, o Headset conta com um design intuitivo. Você não terá nenhuma dificuldade em aprender como utilizá-lo. Algumas instruções básicas serão o suficiente.

 

Agora, uma tecnologia que antes só estava disponível em clínicas, pode ser levada para sua casa!

 

O que ter nosso Headset pode trazer para a sua vida

Mais do que falar sobre as especificidades técnicas do Headset da Flow, devemos contar para você como ele vai ser incluído no seu dia a dia e as diferenças que pode trazer no tratamento para a depressão. Vamos dar uma olhada:

 

  • A tecnologia ETCC que pode ser levada a qualquer lugar: O Headset da Flow é portátil, sem fio e quase não ocupa espaço. Além disso, é o primeiro aparelho portátil de ETCC aprovado para uso doméstico no Reino Unido, União Europeia e no Brasil. Isso significa que você não precisa se limitar a somente um local para usar o dispositivo. Com isso, pode ter um tratamento, profissional e efetivo, onde quer que esteja.
  • Melhora sua qualidade de vida: Os estímulos do Headset têm como alvo direto o que causa a depressão. Graças a isso, a grande maioria dos usuários sente melhoras em sintomas da doença (no humor, foco e sono por exemplo) em 3 semanas de uso.
  • Segurança em primeiro lugar: para te tranquilizar um pouco mais, reforçamos que o ETCC não apresenta riscos para a sua saúde. A segurança da técnica de estimulação cerebral é apoiada por mais de 20 ensaios clínicos. Esses estudos mostraram como o ETCC é seguro, nunca sendo associado a danos cerebrais. Ele é aprovado por especialistas na área da psiquiatria.

O que achou do Headset da Depressão Flow?

Mais do que apenas um tratamento para depressão inovador, ele tem tudo para ajudar a melhorar a sua qualidade de vida. Além de ser fácil de usar e se encaixar bem na rotina do seu dia a dia, o Headset da Flow realmente funciona.

 

Isso mais do que reforça que a luta contra a depressão pode ser desafiadora, mas não é impossível. E é com tratamentos inovadores como esse que podemos fazer o máximo para contribuir com a sua saúde mental. Lembre-se: ela importa!

 

Caso tenha dúvidas, não deixe de entrar em contato com a gente. Estamos sempre à disposição para ajudar.

saúde mental

Setembro amarelo: como a saúde mental ainda é uma pauta importante!

O mês de setembro se “veste” de amarelo desde 2014. E por uma razão muito importante: em prol da saúde mental e da vida. A campanha do Setembro Amarelo foi criada em colaboração entre a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Centro de Valorização da Vida (CVV). O objetivo é conscientizar a população sobre o suicídio e ajudar a preveni-lo.

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o suicídio tira mais vidas do que o HIV, a malária, o câncer de mama, as guerras e os homicídios.

 

O suicídio é um problema de saúde pública que, segundo outra pesquisa da OMS realizada em 2019, atinge mais de 700 mil vidas em todo o mundo. Um número que seria muito maior se todos os casos fossem realmente notificados. No Brasil, registra-se quase 14 mil casos de suicídio por ano.

 

Isso só mostra o quanto a saúde mental ainda não recebeu a atenção que precisa. Essa pauta é mais importante do que nunca. E o Setembro Amarelo nos ajuda a combater esse cenário por meio de ações de conscientização e debates. Não só sobre o suicídio, mas também sobre as doenças mentais. Ambos representando um grande tabu na sociedade: daí a importância ainda maior de falarmos sobre o assunto!

 

Falar sobre saúde mental sempre será uma pauta importante

A campanha do Setembro Amarelo busca estimular um debate direto e sem qualquer tipo de amarras.

 

Muitas pessoas não falam sobre o assunto por acreditarem que isso possa incentivar aqueles que pensam em cometer suicídio, mas precisamos enfatizar o contrário.

 

O tabu e o silêncio só fomentam o medo, o isolamento, a falta de ajuda. A campanha, inclusive, bate bastante nessa tecla: quanto mais falamos sobre o assunto, mais as pessoas serão capazes de oferecer apoio. E, ainda mais importante, aqueles que sofrem também se sentirão mais à vontade para se abrir e procurar ajuda.

 

É falando sobre saúde mental e suicídio que podemos contribuir para que menos tragédias aconteçam.

 

Como podemos identificar alguém que precisa de ajuda?

As pessoas que já tentaram cometer suicídio outra(s) vez(es) e aquelas com doenças psiquiátricas têm maior propenção a ter pensamentos suicídas. E, de fato, esses pensamentos muitas vezes são relacionados à depressão, ao transtorno bipolar, à esquizofrenia ou à dependência química.

 

Mas não podemos deixar de levar em consideração que os pensamentos suicidas também podem ocorrer quando passamos por episódios de extremo estresse. Como a perda de um ente querido, a perda do emprego, ou dificuldades financeiras, por exemplo.

 

Sentimentos de desesperança e impulsividade são sinais de que algo pode estar errado.

 

Outros fatores que devem ser colocados em debate

A saúde mental pode ter uma relação direta com a idade e o gênero das pessoas. Por isso, também é essencial levarmos esses fatores em consideração quando falamos sobre suicídio.

 

A principal causa de morte entre os jovens é o suicídio. No entanto, muitos idosos também podem ter pensamentos suicidas depois da morte do cônjuge ou por sentirem que são um peso na vida dos familiares.

 

A diferença é ainda mais evidente quando se trata dos gêneros. Os homens cometem suicídio três vezes mais do que as mulheres. A razão para isso é que, quando se trata de saúde mental, eles tendem a não falar sobre o assunto e, consequentemente, também não procuram ajuda. Algo que, sem dúvida, está atrelado ao estereótipo masculino de força e independência.

 

Além disso, devemos reconhecer que pessoas que perdem alguém para o suicídio também necessitam de suporte. Como vimos, o luto pode nos levar a situações extremas.

 

Seja qual for a circunstância, grupos de apoio e ajuda profissional são essenciais para todos aqueles que enfrentam o problema.

 

A campanha é em setembro, mas a saúde mental deve estar em foco o ano todo

Saúde mental e suicídio são assuntos sérios, complexos e que podem envolver uma série de fatores que precisam ser de conhecimento da população.

 

O Setembro Amarelo cumpre o importante papel de estimular a conversa e a conscientização. Mas esse é apenas um primeiro passo, porque a saúde mental deve estar em foco o ano inteiro.

 

É dessa forma que realmente podemos destruir tabus e curar uma sociedade que está cada vez mais doente.

 

Cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar da saúde física! Por isso, se estiver precisando de ajuda não hesite mais em se abrir e procurar ajuda profissional!

 

Além disso, se quiser se manter informado sobre o assunto, acompanhe a gente nas redes sociais. É uma boa maneira de continuar falando sobre o assunto.

depressão tratamento

Qual o papel da atividade física durante o tratamento de depressão

A comunidade científica já comprovou por meio de diversos estudos que a atividade física ajuda a prevenir o desenvolvimento da depressão, sendo também uma forma efetiva de tratamento para a doença.

 

De fato, de acordo com uma das maiores pesquisas já feitas sobre o assunto, os exercícios podem ser tão eficazes quanto os medicamentos e a psicoterapia.

 

Os dados mostraram que a maioria dos exercícios diminuem de maneira relevante os sintomas de depressão. Ou seja, algumas atividades se mostraram mais benéficas do que outras, mas não há dúvidas quanto ao valor de se praticar atividades físicas para a saúde mental.

 

E o melhor de tudo é que ficou comprovado que você não precisa se tornar um verdadeiro atleta para se beneficiar. O importante é se mexer!

 

Os resultados foram tão positivos que os pesquisadores envolvidos esperam que a descoberta faça com que a atividade física se torne uma forma de terapia padrão para o tratamento para a depressão.

 

Ficou interessado em saber um pouco mais? Convidamos você a conhecer mais detalhes sobre essa super pesquisa!

 

Exercícios como tratamento para sintomas da depressão

O estudo em questão foi publicado em fevereiro de 2023 no British Journal of Sports Medicine, uma revista acadêmica britânica. Esse estudo foi liderado por um grupo global de pesquisadores (entre eles inclusive um brasileiro).

 

O objetivo era reunir, em um só lugar, todos os experimentos recentes que consideravam a atividade física como tratamento para a depressão.

 

Depois da compilação, a pesquisa conseguiu totalizar os dados de 41 estudos, os quais contaram com a participação de aproximadamente 2.265 voluntários com depressão.

 

As atividades propostas foram feitas pelos voluntários em grupo ou individualmente, com ou sem supervisão. O importante era levá-los a se levantar e se mover mais.

 

Resultados

Como já mencionado, os estudos mostraram que as atividades físicas podem ser um bom tratamento para a depressão. Mas, falando de maneira mais concreta, os resultados indicam que, para cada duas pessoas com a doença e que começam a se exercitar, uma delas experimenta uma grande redução nos sintomas depressivos.

 

Além disso, observou-se, no geral, que as pessoas que sentiram melhores resultados se exercitaram com moderação. Fazendo caminhadas, por exemplo, Mas vale dizer que exercícios mais vigorosos, como corrida, ciclismo e musculação, foram quase tão eficazes quanto.

 

Até mesmo atividades bem mais leves, como jardinagem, aliviaram os sintomas.

 

Por que a atividade física ajuda no tratamento contra a depressão?

Dito isso, você pode estar se perguntando por que essas atividades são benéficas contra a depressão. Qual é o efeito que elas apresentam sobre o cérebro para termos resultados tão bons?

 

O estudo não buscou dar uma resposta a essa pergunta. Mas outra pesquisa envolvendo camundongos deprimidos, assim como pessoas deprimidas, verificou algumas mudanças quando ambos se exercitavam.

 

Os dados mostraram que as atividades elevaram os níveis de vários bioquímicos associados à melhora de humor. Tanto no cérebro quanto na corrente sanguínea.

 

Além disso, vale dizer que praticar exercícios tem muito a ver com uma sensação maior de autoeficácia, como é denominado na psicologia. É a sensação de ser mais capaz de concluir tarefas ou atingir metas. Algo normalmente relacionado a uma melhor saúde mental.

 

Porém, os exatos mecanismos que explicam a razão para os movimentos corporais alterarem as funções cerebrais e melhorarem o humor ainda são um mistério.

 

E esse não é o único mistério. Também não se sabe por que algumas pessoas percebem melhoras no tratamento da depressão com exercícios, enquanto outras não.

 

Algo que, por sinal, é observado em grande parte dos estudos de psicoterapia e tratamentos com medicamentos.

 

Qual é o próximo passo?

Vimos que o exercício é eficaz no tratamento da depressão e dos sintomas depressivos. Ele deve, portanto, ser oferecido como uma opção de tratamento baseada em evidências, com foco em exercícios supervisionados e em grupo, com intensidade moderada e regimes de exercícios aeróbicos.

 

Os pequenos tamanhos de amostra de muitos ensaios e alta heterogeneidade nos métodos devem ser considerados ao interpretar os resultados.

 

O que podemos dizer, com certeza, é que não existe um tratamento único para a depressão. Em vez disso, os tratamentos precisam sempre ser adaptados para cada indivíduo. O mesmo se aplica aos exercícios.

 

A prática de exercício tem inúmeros benefícios para a saúde. Então isso acaba sendo muito bom para praticamente qualquer problema que uma pessoa possa ter: uma razão e tanto para você adotar os exercícios na sua vida.

 

Sabemos, porém, que manter uma vida ativa não é algo que todos tenham facilidade em fazer. Por isso, antes de entrar de cabeça em qualquer tipo de exercício físico, é necessário tentar entender qual deles tem mais chances de ser prazeroso.

 

Se você sofre de depressão, não deixe de conversar com seu médico sobre se movimentar mais, para complementar seu tratamento, Experimente diferentes atividades até escolher uma que goste. Isso é importante! Só assim para descobrir se se exercitar terá o impacto que se espera na sua saúde mental.

 

Caso precise de uma mãozinha, recomendamos conferir o aplicativo da Flow, que pode te ajudar, entre outras coisas, com exercícios, meditação, nutrição e sono. Aspectos da sua vida que têm impacto sobre o seu humor e podem ser uma parte importante para seu tratamento contra a depressão.

 

É só clicar aqui. Ele pode ser super positivo na sua luta diária.

meditação para depressão

As 2 melhores meditações para depressão para iniciantes

Você já pensou em incluir a meditação para seu tratamento contra a depressão? Muitas pessoas se sentem céticas quanto a esse método. Já que pode parecer apenas mais uma daquelas recomendações do tipo “pense positivamente!” Mas acredite: meditar traz um bem tremendo para a mente.

 

É claro que a meditação, sozinha, não é capaz de fazer com que os sintomas da depressão desapareçam. Mas é inegável que pode tornar mais fácil lidar com eles. De acordo com uma pesquisa publicada pela Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, a terapia cognitiva baseada em mindfulness (um tipo de meditação) pode ajudar a diminuir suas chances de ter uma recaída na depressão.

 

Nós falamos em mais detalhes sobre a meditação mindfulness em outro de nossos blogs. Não deixe de conferir se tiver dúvidas. Porém, para algumas sugestões práticas, continue aqui com a gente: veremos dois exemplos para você poder começar!

 

Meditação para depressão #1 – Body scan

 

Podemos pensar na meditação para depressão body scan como um scanner. Como em uma espécie de raio-X. Por meio do qual viajamos por cada parte do corpo e ficamos mais atentos a sensações corporais. Dessa maneira, ganhamos um tipo de conhecimento que pode facilitar entender o que está errado física e emocionalmente conosco. Vejamos o passo a passo abaixo.

 

Vamos começar

  • 1. O primeiro passo para essa meditação para depressão é ficar confortável. Você pode deitar ou ficar sentado. Mas escolha uma posição que permita alongar os membros com facilidade.
  • 2. Feche os olhos e se concentre na respiração. Foque na sensação de encher e esvaziar os pulmões enquanto inspira e expira.
  • 3. Escolha por onde começar. Pode ser onde quiser: o topo da cabeça, pé esquerdo, mão direita, pé direito. O importante é focar nessa única área enquanto respira lenta e profundamente.
  • 4. Preste atenção em quaisquer sensações de dor, tensão, desconforto ou algo fora do comum que possa estar sentindo no local.
  • 5. Se sentir alguma coisa, reconheça isso e aceite as emoções que essa sensação gera. Se se sentir, por exemplo, frustrado e com raiva, não se julgue por isso.
  • 5. Não tenha pressa. Fique de 20 segundos a 1 minuto observando a sensação. Observe-a e deixe-a ir.
  • 7. Mantenha o ritmo da respiração e imagine a dor e a tensão, por exemplo, diminuindo a cada inspiração e expiração.
  • 8. Libere devagar sua consciência sobre essa parte específica do seu corpo e redirecione-a para a próxima área de foco.
  • 9. Enquanto continua a “escanear o corpo”, perceba quando seus pensamentos se perdem. Não se preocupe porque é muito provável que isso aconteça mais de uma vez. Isso não significa que você falhou. Tudo que precisa fazer é retomar o foco, gentilmente, para a área na qual parou de escanear.
  • 11. Depois de terminar de escanear o corpo, viaje com sua consciência por ele. Imagine como se um líquido estivesse preenchendo-o. Continue inspirando e expirando lentamente enquanto mantém a consciência em todo o corpo por vários segundos.
  • 12. Para encerrar essa meditação para depressão, libere o foco e traga sua atenção de volta para o ambiente.

 

Meditação para depressão #2 – Folhas em um riacho

 

Folhas em um riacho é uma técnica usada na terapia de aceitação e compromisso (ACT). Para aprendermos a lidar com pensamentos e sentimentos desconfortáveis. Essa técnica usa um conceito chamado desfusão cognitiva. Esse conceito propõe criar distância entre pensamentos e sentimentos para diminuir o poder que eles têm sobre nós.

 

No caso da meditação para depressão folhas em um riacho, você pratica a desfusão cognitiva limpando a mente, visualizando um riacho e depositando pensamentos em folhas. Vejamos em mais detalhes a seguir.

 

Vamos começar

  • 1. Nessa meditação para depressão também devemos, antes de mais nada, encontrar uma posição confortável. Mas fique sentado. Depois escolha fechar os olhos ou fixá-los em algum ponto.
  • 2. Imagine que está ao lado de um riacho tranquilo, com folhas fluindo em sua superfície. Faça isso por 10 segundos.
  • 3. Pelos próximos minutos, pegue cada pensamento que vier à cabeça, coloque-o sobre uma folha e deixe-o flutuar pelo rio. Faça isso com qualquer tipo de pensamento. Positivo ou negativo. Mesmo que seja algo maravilhoso, coloque-o na folha e deixe-o flutuar pelo rio. Faça pausas de 10 segundos.
  • 4. Se os pensamentos pararem, observe a corrente. Mais cedo ou mais tarde, mais pensamentos virão.
  • 5. Deixe o fluxo fluir. Não acelere. Permita que as folhas surjam e desapareçam no seu próprio tempo.
  • 6. Se sua mente disser que o que está fazendo é sem sentido, ou que não é capaz, coloque também esses pensamentos em uma folha.
  • 7. Se uma folha ficar presa, deixe-a lá. Não a force a continuar a flutuar pelo rio.
  • 8. Se surgir um sentimento como o do tédio ou impaciência, não os ignore. Reconheça-os, coloque-os em uma folha e deixe-a flutuar.
  • 9. De vez em quando, seus pensamentos podem te prender, e você se perderá no exercício. Novamente, é normal. Basta reconhecer isso e retomar a meditação para depressão do início.

 

Aplicativo de meditação para depressão

 

O que achou das meditações? Nós sabemos que, muitas vezes, acrescentar algo novo na rotina não é fácil. Então, se acha que precisa de ajuda para fazê-las regularmente, não tem problema. Existe um aplicativo super útil para isso: o aplicativo Flow. Nele você encontrará tudo o que precisa para sua prática. Inclusive um módulo de meditação completo com teoria e exercícios de meditação para iniciantes. E o melhor é que é totalmente gratuito.

 

Inclua a meditação na sua rotina e viva muito melhor!